SAÚDE OCULAR

Para aprender bem é preciso enxergar bem!

Quando os filhos começam a demonstrar uma falta de interesse pela escola, atrasam algumas tarefas, entregam notas abaixo do esperado e não conseguem fixar os conteúdos na memória, muitos pais tendem a tratar o caso como uma questão meramente “comportamental”. Não podemos excluir essa possibilidade, é claro, mas também é necessário ficar de olho em alguns detalhes mais sutis.

Estima-se que 80% do processo de aprendizado de uma criança seja construído pelas informações visuais que ela recebe e assimila. Por isso, a força de vontade na hora de estudar é muito importante, mas os pequenos também precisam enxergar bem para se doar completamente ao ensino. O problema é que, nessa etapa da vida, podem surgir algumas dificuldades visuais que têm grande influência sobre a concentração, memória e socialização.

Se você tem uma criança em casa que está em fase escolar, tente se colocar no lugar dela por alguns instantes. Imagine-se sentado(a) numa cadeira da escola, ainda pequeno, e diante da necessidade de ler algum texto escrito no quadro a pedido da professora. É bem provável que uma visão embaçada atrapalhe a leitura e te exponha a uma situação desagradável frente à sala. Você não ficaria com vergonha dos colegas? Não seria desconfortável voltar à escola depois de alguns episódios como esse?

Agora, um segundo cenário para estimular a reflexão. Você está sentado na sua mesa com um livro. Espera-se que uma visão turva atrapalhe a compreensão, confunda algumas palavras e até mesmo lhe obrigue a ler bem devagar. Esse ritmo alterado e essa “confusão” não poderiam, de alguma forma, dificultar a interpretação do texto e a fixação da mensagem que ele transmite? Como fica a memória depois de alguns dias? E na hora de testar tudo isso em uma prova?

Essas duas hipóteses ilustram bem o dia a dia das crianças que convivem com dois dos problemas mais comuns na fase escolar: a miopia e a hipermetropia, ou seja, a dificuldade de enxergar de longe e de perto, respectivamente. Esses quadros acontecem em função de uma anormalidade na córnea, uma importante estrutura do nosso olho, e ambos podem ser corrigidos com o simples uso de óculos ou lentes de contato.

Para concluir o raciocínio, vamos inserir mais um fator relevante: a dificuldade de se comunicar. Muitas crianças não conseguem verbalizar tão bem os desafios que têm enfrentado no dia a dia, não sabem explicar o que sentem, não têm facilidade para identificar que há um problema nos olhos e, com isso, se sentem culpadas, envergonhadas e se afastam dos pais. Dessa forma, fica ainda mais difícil diagnosticar a causa-raiz.

Como reconhecer, então, que pode existir uma questão ocular por trás do mau rendimento na escola?

Esteja perto das crianças ao longo do aprendizado, coloque-se como um ponto de apoio e fique atento(a) se elas apresentam:

– Dor de cabeça frequente ou cansaço visual;
– Dor no fundo do olho;
– Olhos vermelhos ou coceira intensa;
– Queixas de visão dupla ou embaçada;
– Desvios oculares;
– Perda de interesse pela leitura;
– Dificuldade para fixar a atenção nas atividades visuais;
– Necessidade de inclinar a cabeça, fechar um olho ou franzir a testa para enxergar melhor;
– Leitura muito lenta ou até mesmo muito rápida;
– Aproximação ou afastamento exagerado dos objetos em relação ao olho;
– Dificuldade para lembrar conceitos básicos, letras, números e formas;
– Confusão constante entre palavras semelhantes;
– Má coordenação entre o olho e a mão;
– Troca das cores e dificuldade para definir formas.

A presença dos sinais acima são importantes indícios de que a saúde ocular não vai bem e precisa ser cuidada com carinho. Como o olho infantil amadurece até os 8 anos, diversos problemas de visão que surgem nessa fase precisam ser tratados com rapidez para evitar qualquer tipo de complicação no futuro.

Na hora de planejar o início do ano letivo, lembre-se de incluir um check-up ocular na “lista de materiais”. Os exames entram naquela parte indispensável, assim como o lápis e o caderno – não dá para viver sem.

Caso tenha alguma dúvida e queira agendar o check-up do seu filho conosco, nossos oftalmologistas estão à disposição.

Fontes:

AllAboutVision.com. Disponível em:
https://www.allaboutvision.com/parents/learning.htm

Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Revista Veja Bem. Disponível em:
https://www.vejabem.org/uploads/arquivos/1593187504-5.PDF

 

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Como a dieta pode retardar a DMRI

A DMRI, sigla para Degeneração Macular Relacionada à Idade, é uma doença responsável por 8,7% de todos os casos de cegueira no mundo, o que corresponde a aproximadamente 3 milhões de pessoas.

De acordo com a Agência Internacional para a Prevenção da Cegueira (IAPB), órgão detentor dos dados acima, a DMRI é um problema multifatorial que afeta as estruturas da mácula, região central da retina encarregada de captar as cores e detalhes, e que pode ser dividida em dois tipos:

– FORMA SECA OU NÃO-EXSUDATIVA: corresponde a quase 90% dos casos e apresenta complicações mais lentas. Nesse quadro, ocorrem alterações pigmentares, atrofia das células fotorreceptoras da retina e formação de pequenos cristais de proteínas no fundo do olho.

– FORMA ÚMIDA OU EXSUDATIVA: é a manifestação menos comum, porém mais grave. Ela é caracterizada pela formação de novos vasos sanguíneos frágeis e anormais abaixo da retina, que podem se romper, sangrar e acelerar a perda da visão central. Quando a DMRI chega a essa fase, são cada vez maiores as chances do paciente desenvolvê-la também no outro olho.

O principal sintoma da Degeneração Macular é a diminuição da visão central, quando o paciente começa a perceber uma mancha escura que prejudica seu foco nas diversas atividades do dia a dia. Em pouco tempo, na ausência de tratamento, pode também notar imagens distorcidas e borradas.

QUAIS AS CAUSAS?

A DMRI é um problema multifatorial relacionado principalmente ao envelhecimento natural e à genética. São fatores de risco para seu surgimento e complicação:

– Histórico familiar;
– Tabagismo;
– Hipertensão;
– Colesterol elevado;
– Obesidade;
– Dieta rica em gordura;
– Exposição excessiva ao sol sem proteção.

QUAL O PAPEL DA ALIMENTAÇÃO?

Um estudo americano publicado recentemente dedicou-se a avaliar a relação entre os padrões alimentares e o desenvolvimento da Degeneração Macular. No grupo de pessoas analisadas, eles notaram uma incidência de DMRI três vezes maior entre os que mantinham uma dieta ocidental, rica em carnes vermelhas, laticínios, gorduras e poucos alimentos naturais.

Por outro lado, a manutenção de uma dieta equilibrada de padrão oriental pode fortalecer o sistema imunológico, reduzir o estresse oxidativo causado pelos radicais livres e diminuir os riscos de surgimento da doença.

Com esse cenário em vista, é recomendado investir em:

– Peixes (atum, sardinha, salmão, bacalhau) e frutos do mar, ricos em Ômega 3 e vitaminas.
– Frutas, verduras e legumes amarelos, laranjas, vermelhos e verde escuros, todos ricos em carotenoides, flavonoides e vitaminas.
– Gorduras limpas e saudáveis, como o azeite extra virgem, abacate, óleo de coco, nozes e sementes.
– Ovos, alimento com bastante luteína e zeaxantina.

CUIDE DOS SEUS OLHOS

Em uma sociedade cada vez mais longeva e independente, enxergar bem é determinante para a qualidade de vida, bem-estar físico e saúde mental.

Além da alimentação equilibrada, é importante manter bons hábitos de vida e consultar um oftalmologista regularmente, visto que muitas doenças são percebidas apenas em fases avançadas que dificultam o tratamento.

Caso tenha alguma dúvida, nosso corpo clínico está à sua disposição. Temos especialistas e estrutura de ponta para te auxiliar em todas as fases da vida. Agende sua consulta pelo telefone (34) 3214-3033.

Fontes:

Dighe S, et al. Diet patterns and the incidence of age-related macular degeneration in the Atherosclerosis Risk in Communities (ARIC) study. doi:10.1136/bjophthalmol-2019-314813.

Conselho Brasileiro de Oftalmologia. As condições de Saúde Ocular no Brasil 2019. Disponível em: https://www.cbo.com.br/novo/publicacoes/condicoes_saude_ocular_brasil2019.pdf

Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Degeneração Macular. Disponível em: http://www.cbo.com.br/novo/publicacoes/folder_degenera%C3%A7aomacular_leitura.pdf

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Aprenda 5 formas de cuidar da sua visão

O bem-estar dos olhos tem grande influência sobre a nossa qualidade de vida. Enxergar bem é ter a possibilidade de desempenhar atividades no dia a dia, ser independente, adquirir conhecimento e gravar detalhes memoráveis ao lado da família e dos amigos.

E para que tudo isso aconteça da melhor maneira possível, precisamos nos atentar a alguns hábitos de vida que, apesar de simples, acabam sendo deixados de lado.

ALIMENTE-SE BEM

É claro que este não é o único fator, mas pode ser um bom ponto de partida.

A saúde ocular pode ser fortalecida através de uma alimentação equilibrada, com o consumo adequado de macronutrientes e a inclusão diária de vitaminas A, C, E, zinco, antioxidantes, ômega 3, luteína e zeaxantina.

Capriche na ingestão de peixes, cenoura, laranja, amêndoas, amendoim, ovo, couve, brócolis e outros vegetais verde-escuro, morango e linhaça.

CUIDE DO SEU PESO

Tão importante quanto saber o que comer, é saber o que evitar comer. O consumo elevado de sal, gorduras, alimentos ultraprocessados e açúcares está ligado ao aumento calórico que, a longo prazo, beneficia o ganho de peso.

Há um consenso na ciência e medicina de que a obesidade aumenta o risco de desenvolver doenças como diabetes e hipertensão, dois grandes perigos aos olhos.

LAVE SUAS MÃOS

Você já reparou na quantidade de lugares diferentes que toca ao longo do dia? Saiba que as nossas mãos são uma grande fonte de impurezas, vírus e bactérias que podem causar desde uma simples irritação até uma conjuntivite mais séria.

Mantenha-as limpas sempre que puder, principalmente antes e depois de usar colírios, maquiagens, pomadas ou lentes de contato.

USE ÓCULOS DE PROTEÇÃO

Uma exposição exagerada ao sol sem os devidos cuidados, a longo prazo, deixa os olhos desprotegidos da radiação UVA e UVB, diretamente ligadas ao surgimento de catarata, pterígio, degeneração macular e muitos outros problemas. Para evitar complicações, utilize óculos de sol de qualidade e, se possível, considere também os chapéus e bonés.

Além disso, no trabalho ou durante a prática esportiva, mantenha a visão protegida de traumas e lesões.

CONSULTE UM OFTALMOLOGISTA REGULARMENTE

Mesmo que você não esteja sentindo nada de estranho com os olhos, é muito importante se consultar com um médico no mínimo uma vez ao ano. Doenças como o glaucoma, degeneração macular e retinopatia não costumam causar sintomas nas fases iniciais, o que dificulta o diagnóstico precoce e pode comprometer a eficácia do tratamento.

Caso tenha alguma dúvida, os nossos oftalmologistas estão à sua disposição. Temos especialistas e estrutura de ponta para te ajudar do diagnóstico ao tratamento. Agende sua consulta pelo telefone (34) 3214-3033.

Fontes:

Conselho Brasileiro de Oftalmologia. https://www.cbo.com.br/novo/publicacoes/condicoes_saude_ocular_brasil2019.pdf

https://www.vejabem.org/uploads/arquivos/1585861945-5.PDF

Healthline.

https://www.healthline.com/health/how-to-improve-eyesight

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A epidemia da MIOPIA

Quando abrimos os olhos, os raios de luz atravessam a nossa córnea e chegam à retina, quando se encontram em um mesmo ponto e formam a imagem que enxergamos. Para algumas pessoas, esse processo é concluído de um jeito um pouco diferente, como é o caso dos míopes.

Quem tem miopia possui o globo ocular um pouco mais longo que o “comum”, fazendo com que a imagem seja formada à frente da retina e não fique nítida se estiver distante dos olhos. Geralmente esse quadro surge ainda na infância, por diversos fatores, e progride até a adolescência, quando costuma estabilizar.

Nos últimos anos, o aumento repentino e abundante no número de casos tem preocupado a medicina. De acordo com a The International Agency for the Prevention of Blindness (IAPB), cerca de 28% da população mundial tinha miopia em 2010, e a expectativa é que até 2050 esse valor chegue aos preocupantes 50%. Para se ter uma ideia, há países na Ásia em que essa taxa chega a 70% entre as pessoas com 17 anos ou mais.

Diversos pesquisadores têm se dedicado a estudar possíveis causas que expliquem esse “boom” de olhos míopes, e há um consenso de que o problema pode estar em dois hábitos muito comuns da nova geração: o excesso de luz artificial e a falta de luz natural.

É cada vez mais frequente o uso indiscriminado de notebooks, smartphones e tablets, dispositivos que são posicionados muito próximos do rosto e demandam grande esforço dos olhos. Esse problema foi observado por cientistas americanos, que descobriram que essas luzes artificiais podem ser absorvidas por células da retina que, por sua vez, estimulam o crescimento do olho. Por outro lado, passar mais tempo ao ar livre reduz tais riscos e ainda beneficia o nosso organismo como um todo.

Com os devidos acompanhamentos oftalmológicos, a miopia pode ser controlada e não oferece grandes riscos à visão. Entretanto, quando descuidada, pode aumentar significativamente as chances de um descolamento de retina, glaucoma, catarata e degeneração macular, todos passíveis de evoluir para a cegueira.

Quando o médico identifica o problema em um exame simples, são indicados óculos ou lentes de contato que corrigem a formação da imagem da retina e devolvem a boa visão ao paciente.

A partir dos 18 anos, quando o grau tende a estabilizar – e se não houver contraindicações – é possível recorrer à cirurgia refrativa à laser para intervir nas estruturas do globo ocular e da córnea, e eliminar a necessidade de uso dos acessórios. Temos um conteúdo especial sobre esse procedimento, e você pode conferi-lo clicando aqui.

Caso tenha alguma dúvida, os nossos oftalmologistas estão à disposição. Temos especialistas no assunto que podem te ajudar do diagnóstico ao tratamento. Agende sua consulta pelo telefone (34) 3214-3033.

Fontes:

Mani A, Schwartz GW. Circuit Mechanisms of a Retinal Ganglion Cell with Stimulus-Dependent Response Latency and Activation Beyond Its Dendrites. Curr Biol. 2017 Feb 20;27(4):471-482. doi: 10.1016/j.cub.2016.12.033. Epub 2017 Jan 26. PMID: 28132812; PMCID: PMC5319888.

As Condições da Saúde Ocular no Brasil. Conselho Brasileiro de Oftalmologia. 2019.

https://www.cbo.com.br/novo/publicacoes/condicoes_saude_ocular_brasil2019.pdf

www.wired.co.uk

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Como tratar o ESTRABISMO na infância

O estrabismo, popularmente chamado de “vesguice”, é um defeito visual conhecido pelo desalinhamento de um ou de ambos os olhos. Além de incomodar pela questão estética, quando negligenciado, também pode oferecer riscos à visão das crianças.

Este problema é classificado em diferentes tipos, que ainda podem se combinar:

– Estrabismo convergente ou esotropia: quando o olho aponta para o nariz.
– Estrabismo divergente ou exotropia: quando o olho é virado para o lado de fora do rosto, ou seja, para a orelha.
– Estrabismo vertical ou hipertropia: quando o olho aponta para cima ou para baixo.

Na maioria dos casos, as crianças são diagnosticadas entre o primeiro e quarto ano de vida, e raramente desenvolvem a doença após os 6 anos. A principal causa é um desequilíbrio na musculatura que sustenta e controla o movimento ocular, mas há fatores de risco menos comuns como o retinoblastoma, fraturas da órbita ocular, Síndrome de Down e Hipermetropia Excessiva.

QUAIS OS PERIGOS DO ESTRABISMO?

Quando os olhos estão desalinhados, o cérebro recebe duas imagens visuais diferentes e muitas vezes “ignora” uma delas. A longo prazo, esse processo desacelera o desenvolvimento do olho afetado (ambliopia) e pode causar baixa visão. Estima-se que o estrabismo ocorra em aproximadamente 3% das crianças, e que até metade delas apresentem algum comprometimento visual decorrente desse mal.

Na ausência de tratamento até os 7 anos, quando o olho termina de amadurecer, a criança corre o risco de ter sua visão deteriorada o suficiente para atrapalhar atividades simples do dia a dia.

COMO TRATAR, ENTÃO?

O objetivo, em qualquer situação, é equilibrar a acuidade visual e depois alinhar os olhos.

Muitas vezes o estrabismo é resolvido naturalmente ou então por meio de um tapa-olho, óculos ou lentes de contato que estimulem o fortalecimento da musculatura. Uma outra possibilidade é a recomendação de colírios de atropina que obscurecem levemente a visão do olho saudável para forçar a atividade do que está desalinhado.

Quando o caso é mais sério e não há resposta adequada a esses tratamentos, um oftalmologista pode indicar a cirurgia, destinada a afrouxar ou tensionar os músculos que estão causando o desequilíbrio.

Para evitar complicações e garantir uma visão saudável, é muito importante manter as consultas oftalmológicas em dia, inclusive com check-ups anuais. Pensando no bem-estar das crianças, o cuidado começa ainda na barriga da mamãe, com o pré-natal.

Caso tenha alguma dúvida, os nossos oftalmologistas estão à disposição. Temos especialistas no assunto que podem te ajudar do diagnóstico ao tratamento. Agende sua consulta pelo telefone (34) 3214-3033.

Fontes:
KidsHealth. Disponível em: https://kidshealth.org/en/parents/strabismus.html

Estrabismo. Disponível em:
https://www.cbo.net.br/novo/publico-geral/o-que-e-estrabismo-.php

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Doenças oculares na terceira idade

A terceira idade, para muita gente, é sinônimo de vivência, conhecimento, experiência e cuidado (principalmente com os outros). Nessa fase da vida, é comum direcionarmos toda a atenção para os filhos e netos, quando na verdade também precisamos olhar para dentro e sentir o que o corpo tem a nos dizer.

De acordo com os dados do IBGE, daqui a 10 anos, o Brasil deve chegar a mais de 38,5 milhões de pessoas com mais de 60 anos, o que representará 17,4% da população. Esse dado, por si só, já ressalta a importância de reconhecermos o envelhecimento do brasileiro e pensarmos em alternativas para garantir a saúde e qualidade de vida dessas pessoas.

Com o passar dos anos, em função de um desgaste natural do organismo, nos tornamos mais propensos a desenvolver doenças, e por isso precisamos manter um acompanhamento médico mais próximo.

No universo da oftalmologia, por exemplo, dá para destacar a perda de foco, dificuldade para enxergar de perto, má distinção das cores e maior sensibilidade à luz, sinais que podem ser abordados em uma consulta preventiva com o oftalmologista.

PRINCIPAIS DOENÇAS OCULARES

– Presbiopia: muito comum a partir dos 40 anos, também é chamada de “vista cansada”, e caracterizada pela dificuldade de enxergar de perto, o que leva as pessoas a esticarem o braço para focalizar melhor. Apesar de parecer simples, esse problema dificulta diversas atividades do dia a dia, como a leitura.

– Glaucoma: é quando há danos ao nervo óptico, normalmente causados pelo aumento descontrolado da pressão intraocular. Diante de um diagnóstico tardio e tratamento inadequado, compromete a visão periférica e pode evoluir para a cegueira irreversível.

– Retinopatia Diabética: como o próprio nome indica, está relacionada ao descontrole do índice glicêmico. Neste caso, o excesso de açúcar no organismo compromete a estrutura dos vasos sanguíneos da retina, que se tornam frágeis e suscetíveis a rompimentos. Assim como o caso anterior, pode levar à perda da visão.

– Catarata: a principal causa de cegueira reversível. É conhecida pela perda da transparência do cristalino, a lente natural dos nossos olhos. Esse processo de opacificação nos faz enxergar sem o foco adequado, com as imagens distorcidas. Com o passar do tempo, evolui e compromete a visão, até que seja tratada cirurgicamente.

– Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI): muito comum a partir dos 50 anos, ela afeta a região central da retina, principalmente em pacientes com maus hábitos de vida, fumantes e com histórico familiar da doença. Entre os principais sintomas está a perda da visão central, que normalmente é notada quando o quadro já está agravado.

De modo geral, todas essas doenças tem algo muito importante em comum: a necessidade de adotar bons hábitos de vida e se consultar com um oftalmologista regularmente, mesmo que não tenha percebido nenhuma irregularidade na visão. Em muitos casos, o check-up pode detectar uma doença em fase inicial e agilizar o tratamento, aumentando consideravelmente as chances de cura e manutenção da qualidade de vida.

Conte com o apoio dos nossos oftalmologistas para cuidar do seu sentido mais precioso. Caso tenha alguma dúvida, agende uma consulta pelo telefone (34) 3214-3033.

IOSG – Há mais de 40 anos trazendo mais detalhes em sua vida!

Fonte:
Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Revista Veja Bem. Ano 07. Ed. 22. 2019.

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Suplementos para melhorar a sua VISÃO

Se a sua dieta não é nada balanceada e você possui histórico familiar de doenças oculares, ou mesmo uma pré-disposição genética, esse texto é para você! Com a rotina estressante de trabalho, cuidados com a casa e com a família, a alimentação saudável pode ser deixada de lado.

Mas será que os suplementos vitamínicos, vendidos em formato de cápsulas, são boas opções para melhorar a saúde?

É importante deixar claro: a melhor opção é sempre manter uma dieta balanceada. Alimentos com grande quantidade de folhas verdes, espinafre, milho, laranja, ovos, e cenoura, contêm altos níveis de nutrientes muito importantes para a saúde do seu corpo, e também dos seus OLHOS. Além disso, um médico oftalmologista deve sempre ser consultado, ANTES do uso de tais suplementos, pois eles podem interagir negativamente com medicamentos e são contraindicados para pessoas com determinadas doenças.

O QUE DIZEM OS ESTUDOS CIENTÍFICOS?

O Instituto Nacional dos Olhos, dos Estados Unidos, realizou dois amplos estudos científicos sobre doenças oculares que possuem relação com o processo de envelhecimento humano, como a Degeneração Macular Relacionada a Idade (DMRI) e a Catarata, e o uso de suplementos vitamínicos contendo Vitamina C, Vitamina E, Betacaroteno, Óxido de Cobre, Luteína, Zeaxantina e o Zinco. As principais descobertas foram as seguintes:

– O risco de DMRI foi diminuído em 25%, ao longo de 6 anos de consumo do suplemento vitamínico;
– Em pessoas com DMRI moderada, o uso dos suplementos foi associado a um retardo do avanço da doença. No entanto, em casos mais graves, não houve melhora;
– Os suplementos não preveniram a DMRI ou foram capazes de restaurar a visão daqueles que já tinham a visão comprometida pela doença;
– A suplementação com Luteína e Zeaxantina reduziram a necessidade de cirurgia em pessoas com catarata que inicialmente tinham pouco consumo dessas substâncias carotenoides.

E o que isso nos mostra? Que com certeza, alguns suplementos são benéficos para a visão, mas esses efeitos não aparecerão em todos os casos e em todas as pessoas. Quem poderá avaliar cada caso em específico, é o médico oftalmologista.

MAS QUAIS SUPLEMENTOS SE MOSTRARAM MAIS BENÉFICOS?

– Luteína, Zeaxantina e Betacaroteno
São substâncias da família dos carotenoides, presentes em grande quantidade em vegetais de folhas verdes. No organismo, o betacaroteno é utilizado para a produção da Vitamina A, usada pela retina durante o processo de detecção de luz, imagem e conversão em sinais elétricos para serem enviados para o cérebro através do nervo óptico. A Luteína e a Zeaxantina atuam como oxidantes naturais e ajudam a prevenir os efeitos da luz ultravioleta emitida pelo sol e da luz azul emitida pelas lâmpadas e aparelhos eletrônicos.

– Ômega-3
Os ácidos graxos (gordura) do Ômega-3 são produzidos por algas marinhas, podendo ser encontrados nos peixes. Dois ácidos graxos específicos foram estudados, necessários para o desenvolvimento, construção e reparo da retina.

– Zinco
O Zinco atua em diversos processos do nosso organismo, como na imunidade, síntese de proteínas, cicatrização e multiplicação celular, o que o torna benéfico também para as células dos olhos. Ele está presente em vegetais, grãos e na carne vermelha. O Óxido de Cobre foi adicionado ao multivitamínico utilizado no estudo para diminuir os riscos de anemia por deficiência de cobre, que está associada à alta ingestão de zinco.

– Vitaminas C e E
A Vitamina C está presente em alimentos como a acerola, caju, goiaba, brócolis e laranja, e a Vitamina E é encontrada em diversas sementes, castanhas e óleos. Elas já foram associadas, por alguns estudos, a diminuição dos riscos de alguns tipos de catarata e ao retardo do avanço da doença.

Você pode contar com os oftalmologistas do IOSG para a escolha do melhor suplemento para a sua condição.

IOSG – Há mais de 40 anos trazendo mais detalhes em sua vida!

Fonte:
– NIH Nacional Eye Institute e Healthline.

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Quando a cirurgia de catarata também corrige o grau #iosgparaidosos

Nos últimos anos, a medicina tem evoluído de modo a oferecer um diagnóstico preciso, em menor tempo, e que possibilite tratar doenças de maneira eficaz. No universo da oftalmologia, atualmente, é possível curar problemas através de cirurgias rápidas, sem cortes, sem pontos e dentro do próprio consultório médico, como é o caso da catarata.

O QUE É CATARATA?

Essa é uma doença conhecida pela opacificação de uma lente natural que temos dentro do olho, o cristalino. Geralmente, ela é causada por alterações bioquímicas decorrentes do envelhecimento, principalmente após os 60 anos, mas também pode surgir em função de uveítes, tumores, glaucoma, diabetes, radiações e traumas.

Conforme o cristalino perde a transparência, os olhos ficam mais sensíveis à luz, a percepção de cores é alterada e a visão perde nitidez gradativamente. Na ausência de cuidados, o quadro pode evoluir para a cegueira.

COMO É FEITO O TRATAMENTO?

O único tratamento aplicado atualmente é a cirurgia, realizada no próprio consultório médico sob anestesia local (colírio). Nela, o cristalino é fragmentado, aspirado e substituído por uma lente intraocular nova, totalmente transparente.

O paciente é liberado no mesmo dia e pode retomar todas as suas atividades comuns em até 2 semanas, desde que sejam respeitadas as demais orientações pós-operatórias dadas pelo oftalmologista. Uma vez removida, a catarata não corre risco de voltar.

COMO SE CORRIGE O GRAU?

Estão disponíveis no mercado algumas lentes intraoculares que, além de substituir o cristalino, também corrigem erros refrativos como miopia, hipermetropia e astigmatismo. As lentes trifocais, por exemplo, permitem enxergar nitidamente os objetos a distâncias curtas, longas e intermediárias.

É importante ressaltar que o tipo de lente indicada para a cirurgia depende de uma série de fatores avaliados pelo oftalmologista no pré-operatório, como a idade do paciente, tipo de grau e presença de outras patologias oculares.

O IOSG conta com diversos oftalmologistas especializados em catarata, todos experientes, atualizados e preparados para cuidar da sua visão. Nossos pacientes têm à disposição uma estrutura completa que reúne conforto, equipamentos de alta tecnologia, atendimento de qualidade e segurança assistencial. Caso tenha alguma dúvida, fique à vontade para entrar em contato conosco pelo telefone (34) 3214-3033 e agendar uma consulta.

Fonte:
Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Revista Veja Bem. Ano 03. Ed. 06. 2015.

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GESTANTES | Alterações visuais relacionadas aos hormônios da gravidez #iosgparagestantes

Olho seco, sensibilidade à luz, dores de cabeça e tontura. Quem diria que além dos enjoos, inchaço e o aumento de peso, os hormônios da gravidez pudessem também causar alterações visuais? Isso mesmo, os primeiros sintomas citados podem ser consequência, por exemplo, do aumento do grau de miopia na mulher grávida, que por muitas vezes passa todo o período de gestação com uma dor de cabeça chata, supondo ser apenas uma consequência comum da gravidez.

Super importante principalmente durante o primeiro trimestre da gestação, o hormônio progesterona é produzido pelos ovários e prepara o endométrio, tecido que reveste internamente o útero, para receber o embrião e previne abortos espontâneos. No entanto, ele também é o responsável por outros sintomas bem chatinhos: os enjoos, salivação, sono, alterações de humor e os especialistas acreditam que afete também o colágeno da córnea, causando as alterações visuais.

PROBLEMAS VISUAIS MAIS COMUNS NAS GESTANTES

Então, a quais alterações visuais as gestantes precisam ficar mais atentas? Entre eles, estão:

ALTERAÇÕES NO GRAU
A córnea é um tecido transparente que reveste a parte colorida dos olhos, como o vidro de um relógio e as fibras de colágeno são importantes para a manutenção de sua estrutura e formato. Como a progesterona afeta o colágeno dos olhos, a córnea pode sofrer aumento de espessura e ambos, córnea e cristalino, podem ter um aumento de curvatura, levando a um desvio refrativo e consequentemente a elevação do grau dos óculos.

A boa notícia é que a mudança é normalmente momentânea, e o grau volta ao nível anterior em até oito meses após o nascimento do bebê. No entanto, os principais sintomas são as dores de cabeça e tonturas, além da dificuldade para enxergar. Por isso, o ideal é que a mulher ajuste as lentes para o novo grau durante o período necessário.

SENSIBILIDADE À LUZ e SÍNDROME DO OLHO SECO
A claridade também pode se tornar um incômodo, pois a alteração do formato da córnea aumenta a sensibilidade à luz, causando a chamada fotofobia e crises de enxaqueca. Nesses casos, óculos de sol com proteção contra os raios UVA e UVB e até mesmo as chamadas lentes Transitions, que se adaptam ao nível de claridade, são muito indicados.

Agora a sensação de coceira, vermelhidão e impressão de que há ciscos nos olhos são típicos da Síndrome do Olho Seco, um dos problemas oculares mais comuns durante a gestação. As alterações hormonais reduzem a produção de lágrimas, então situações como a exposição dos olhos ao vento, fumaça, ar condicionado e poeira podem causar incomodo. O que pode ser amenizado com o uso de colírios de lágrimas artificiais.

Ambas as condições são temporárias e tendem a desaparecer após o parto.

SINTOMAS DA PRÉ-ECLAMPSIA E DO DIABETES GESTACIONAL
A pré-eclampsia é um estado de hipertensão durante a gravidez. Seus sintomas podem ser identificados através dos olhos em até 8% das gestantes, aparecendo como: manchas, pontos pretos ou flashs no campo visual, perda temporária da visão, sensibilidade à luz e visão embaçada. É muito perigosa e costuma aparecer após a 20ª semana.

Já a diabetes gestacional acontece devido ao aumento do HPL (Hormônio Lactogênio Placentário),  que inibe a produção de insulina, aumentando os níveis de glicose no sangue. Os altos níveis glicêmicos são fatores de risco para doenças oculares em qualquer pessoa, podendo danificar os vasos sanguíneos da retina e causando problemas de visão relacionados principalmente à nitidez e foco.

Em caso de quaisquer sintomas ou suspeita, se consulte com seu ginecologista obstetra e também com um oftalmologista. Não é recomendado para as gestantes o uso de nenhum medicamento sem prescrição médica para aliviar os sintomas das alterações oculares, mesmo os mais simples, pois podem causar riscos para o bebê.

Conte com o IOSG também durante essa fase tão especial!

IOSG – Há 40 anos trazendo mais detalhes em sua vida!

Fonte:
– Revista Veja Bem, Conselho Brasileiro de Oftalmologia, 06, ano 3, 2015.

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Nas férias de verão os olhos também merecem atenção!

É VERÃO! Bom sinal, já é tempo: de abrir o coração e sonhar. Seja passando uma tarde em Itapuã, ou desfilando pelas calçadas de Ipanema, os dias estão mais longos e quentes, o que exige uma atenção redobrada com a pele. Para ela, os cuidados são conhecidos: protetor solar, roupas de algodão e evitar o sol das 10h às 16h. No entanto, existe uma parte do nosso corpo, extremamente sensível, que pede cuidados específicos: os nossos OLHOS.

POR QUE OS OLHOS PRECISAM DE CUIDADOS?

Quando os olhos são muito expostos a luz do sol, principalmente se essa é refletida pela água, areia ou outras superfícies, podem ocorrer queimaduras solares nos olhos, condição chamada de FOTOCERATITE ou FOTOCONJUNTIVITE. Os sintomas mais comuns são dor, vermelhidão, manchas nos olhos e a perda temporária da visão. Além disso, a longo prazo, os raios ultravioletas (UV) emitidos pelo sol podem estimular o desenvolvimento de doenças oculares graves, como a catarata, pterígio e o câncer de pele na região das pálpebras.

E olha que interessante: a Organização Mundial de Saúde (OMS), ao analisar a quantidade exposição aos raios UV que uma pessoa recebe ao longo da vida, conclui que mais de 80% dessa radiação é recebida ANTES dos 18 anos de idade. Isso acontece porque as crianças passam mais tempo ao ar livre, brincando, do que os adultos. Dessa forma, os pequenos são os que mais precisam de cuidados para proteger a pele e os olhos do sol.

CONHEÇA 5 MANEIRAS DE PROTEGER OS OLHOS DA SUA FAMÍLIA NESSE VERÃO:

1) USE ÓCULOS DE SOL

Começando pelo mais óbvio: as barreiras físicas. O uso de chapéus de aba larga, bonés e barracas e guarda-sóis na praia são ótimas maneiras que proteger os seus olhos. Entretanto, muitos pacientes têm a mesma dúvida: e os óculos de sol vendidos em feiras e camelôs? Já adiantamos que esses não possuem o efeito protetor necessário para proteger dos raios ultravioletas, emitidos pelo sol. É sempre importante ter certeza que as lentes possuem 100% de proteção UVA e UVB e que os óculos se encaixem bem ao rosto, sem permitir a passagem de luz pelas laterais.

2) USE ÓCULOS TAMBÉM DENTRO DA PISCINA!

Quem nunca sentiu os olhos arderem ao mergulhar de olhos abertos dentro da piscina? Isso é devido ao cloro, utilizado para manter a água limpa, sem micro-organismos. No entanto, estudos antigos já mostraram que o contato frequente dos olhos com o cloro diluído na água pode causar danos ao epitélio da córnea, uma fina camada transparente de tecido, que protege a córnea de substâncias irritantes e patógenos e a mantêm lubrificada e saudável.

Com isso, os olhos ficam vermelhos, lacrimejando e a visão se torna embaçada. Para se proteger, basta usar óculos de proteção ao nadar em piscinas, e também na praia ou no mar, cuja água possui partículas que podem machucar os olhos.

3) LAVE AS MÃOS E EVITE COÇAR OS OLHOS

Os cuidados com a higiene ocular são extremamente importantes. Principalmente após nadar, lave os olhos com água corrente. Em dias comuns, o ideal é realizar a limpeza pelo menos uma vez, focando na região dos cílios, pálpebras e cantos, para eliminar possíveis secreções ou impurezas. O calor contribui também para o aparecimento das conjuntivites e outras doenças oculares, então lavar frequentemente as mãos e evitar de coçar os olhos é uma ótima forma de prevenção.

4) EVITE IRRITAÇÕES E ALERGIAS, E O RESSECAMENTO

No verão, o uso do protetor solar e de hidratantes faciais é mais frequente. Mesmo sendo muito importantes, pelo calor e o suor, eles podem acabar escorrendo para os olhos, causando irritações e alergias oculares. Se esse for o seu caso, o melhor é o uso dos óculos e chapéus para proteger a região em volta dos olhos. Outra condição que causa a irritação nos olhos é a secura. O clima mais quente, seco e com vento afeta o filme lacrimal, ressacando os olhos. Para isso, o uso dos óculos também é benéfico, e os colírios de lágrimas artificiais, para manter os olhos úmidos.

Porém, essas alergias e irritações podem ser sintomas de doenças oculares mais graves. Não deixe de consultar um oftalmologista, para uma avaliação especializada dos seus olhos.

5) MANTENHA UMA DIETA SAUDÁVEL, SE HIDRATE E DURMA BEM

Esses são 3 pilares fundamentais para manter o seu corpo inteiro saudável, e também influenciam na saúde ocular. E não é apenas a cenoura que faz bem para os olhos: estudos comprovam que uma dieta rica em LUTEÍNA e ZEAXANTINA (substâncias presentes no espinafre, laranja, couve, mamão, milho, gema de ovo, rúcula, entre outros) e em vitamina C, E e Zinco, participam da prevenção e da diminuição dos sintomas e avanço principalmente da Degeneração Macular Relacionada a Idade, uma doença que causa danos na região central da retina, responsável pela visão central, distinção de cores e pequenos detalhes.

Ademais, a DESIDRATAÇÃO pode afetar os olhos, pois torna mais difícil para o corpo produzir lágrimas, causando os sintomas de alergias e irritações falados anteriormente. O SONO, ou a falta de dormir, também causa o ressecamento dos olhos. E o que as pessoas geralmente fazem nessa situação? Esfregam os olhos. Aprendemos esse comportamento porque ele estimula a produção de lágrimas pela glândula lagrimal, porém aumenta irritação e o risco de infecção por micro-organismos presentes nas mãos.

Em caso de dúvidas ou sintomas persistentes nos olhos, você pode contar com o IOSG para o melhor atendimento. Boas férias e um ótimo verão!

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Fonte:
– Ishioka, M., Kato, N., Kobayashi, A., Dogru, M., & Tsubota, K. (2008). Deleterious effects of swimming pool chlorine on the corneal epithelium. Cornea, 27(1), 40–43.
– CBO Conselho Brasileiro de Oftalmologia.
– American Academy of Ophthalmology.

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