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O inverno CHEGOU! E os olhos ficam mais secos…

A estação mais fria do ano já está entre nós com a promessa de pouca umidade e temperaturas mais baixas. Uma breve reflexão sobre esse clima já é suficiente para ficarmos em alerta com relação à saúde ocular, já que ele favorece o surgimento de alergias, irritação e sintomas de olho seco.

O QUE É SÍNDROME DO OLHO SECO?

Apesar de estarem popularmente associadas ao choro, as nossas lágrimas têm outro papel fundamental: lubrificar as estruturas oculares e manter o olho protegido da poeira e demais agentes infecciosos. Nesse sentido, de acordo com a Academia Americana de Oftalmologia, a síndrome do olho seco nada mais é do que uma série de efeitos negativos da produção insuficiente ou de má qualidade das lágrimas.

QUAIS OS SINTOMAS MAIS COMUNS?

  • Vermelhidão
  • Ardência
  • Coceira
  • Visão turva
  • Dificuldade para ler ou utilizar equipamentos eletrônicos
  • Maior resistência e dor ao utilizar lentes de contato
  • Sensação de areia ou corpo estranho nos olhos

 

Apesar de parecer controverso, o lacrimejamento excessivo também é um sintoma de olho seco. Isso acontece porque o organismo produz lágrima em maior quantidade para lidar com os efeitos da “secura”, o que não significa, necessariamente, que ela tenha qualidade.

Outro ponto de atenção são os episódios frequentes de alergia e conjuntivite, pois indicam que a nossa barreira de proteção não está adequada.

OUTRAS CAUSAS PARA O OLHO SECO

Além das baixas temperaturas e baixa umidade, merecem destaque:

  • Uso prolongado de lentes de contato
  • Uso excessivo de eletrônicos
  • Muito tempo com os olhos abertos, sem piscar
  • Doenças autoimunes como Artrite, Síndrome de Sjögren e Lúpus
  • Infecção ou demais problemas nas pálpebras
  • Contato prolongado com poeira, vento ou fumaça
  • Quadros pós-operatórios ou de complicações cirúrgicas 
  • Uso de medicamentos diuréticos, antialérgicos, antidepressivos e betabloqueadores

 

COMO TRATAR O OLHO SECO?

Não há outra alternativa saudável para lidar com o problema senão consultando um oftalmologista. Somente um profissional capacitado poderá avaliar o quadro adequadamente, identificar a causa principal e recomendar o tratamento. De modo geral, são indicados colírios lubrificantes para os casos mais simples e até mesmo uma intervenção cirúrgica quando há problema nos dutos lacrimais.

COMO PREVENIR ESSE PROBLEMA?

  • Evite passar muito tempo em ambientes fechados
  • Não se automedique em nenhuma situação
  • Nos dias mais quentes e secos, utilize um umidificador em casa
  • Evite expor os olhos à poeira e vento
  • Se necessário, utilize óculos de proteção quando sair de casa
  • Mantenha bons hábitos de vida, como alimentação equilibrada e exercícios físicos
  • Evite passar muito tempo em frente aos eletrônicos
  • Pisque mais vezes
  • Consulte um oftalmologista regularmente e respeite os tratamentos indicados

 

Caso tenha alguma dúvida sobre esse ou qualquer outro problema ocular, nossos especialistas estão à sua disposição aqui no IOSG. Fale conosco pelo (34) 3214-3033 e agende um horário.

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De olho na PRESSÃO ALTA: ela pode afetar a sua retina

Quando pensamos em problemas de saúde, a hipertensão arterial é certamente um dos mais “famosos”. É aquele tipo de doença que se você não tem, provavelmente conhece alguém muito próximo que tenha. Na realidade, é um quadro tão comum que, inclusive, chega a ter seus riscos banalizados na sociedade.

O QUE É HIPERTENSÃO ARTERIAL?

O coração humano funciona como uma bomba de sangue. De modo geral, ele se contrai para bombear o fluido às artérias e relaxa para receber o que vem das nossas veias. Esse movimento contínuo é responsável por nos manter vivos, uma vez que nutre as diversas estruturas do corpo e faz com que elas funcionem adequadamente.

Todo o processo de bombeamento do sangue exerce uma pressão na parede das veias e artérias. A medicina define uma pressão mínima adequada para quando o coração relaxa (diastólica) e uma máxima para o momento em que se contrai (sistólica). Um quadro de hipertensão arterial nada mais é do que uma pressão acima dos limites durante um longo período. Hoje, o valor de referência é 120 por 80 mmHg, ou “12 por 8”, configurando hipertensão se persistir acima de 140 por 90 mmHg ou “14 por 9”.

De acordo com o Ministério da Saúde, boa parte dos casos ocorre de maneira hereditária, ou seja, herdada da família. Entretanto, há fatores de risco que influenciam bastante no surgimento dessa condição. São eles: tabagismo, consumo excessivo de bebidas alcoólicas, obesidade, estresse, alta ingestão de sal, colesterol e sedentarismo. Além disso, sabe-se que a incidência é maior entre pessoas negras, homens de até 50 anos, mulheres com mais de 50 anos e diabéticos.

Um dos grandes problemas da pressão alta é que os sintomas não são tão perceptíveis logo de início. Muitas vezes, o paciente sente dor de cabeça, dor no peito, tontura, visão embaçada e zumbidos no ouvido quando a pressão sobe muito além do ideal.

COMO A PRESSÃO ALTA AFETA OS OLHOS?

Sabe-se que, a longo prazo, a hipertensão é capaz de prejudicar várias partes do nosso organismo, como os próprios vasos sanguíneos, coração, cérebro, rins e olhos. Nesse último, especificamente, o destaque fica para a retina, estrutura responsável pela formação das imagens que enxergamos.

Um estudo publicado na renomada revista Nature compilou os riscos da pressão alta aos olhos. De modo geral, a longo prazo, ela faz com que os vasos sanguíneos da estrutura se tornem frágeis e contraídos, com maiores chances de causar tromboses, lesões, danos ao nervo óptico, hemorragias e edema macular. Esse quadro é conhecido como Retinopatia Hipertensiva e se manifesta pela visão turva.

Além disso, a hipertensão arterial aumenta os riscos de desenvolvimento e progressão da Retinopatia Diabética e Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), duas das principais causas de cegueira ao redor do mundo.

COMO CONTROLAR A PRESSÃO?

O Ministério da Saúde reforça que a hipertensão arterial não tem cura, mas pode ser controlada de maneira efetiva com medidas simples. Além do eventual uso de medicamentos, é importante mudar hábitos, manter um peso adequado, alimentar-se de maneira equilibrada, evitar álcool e cigarro, não abusar do sal e praticar exercícios físicos regularmente.

Por todas as questões levantadas neste artigo, se você tem diagnóstico de pressão alta, lembre-se que é fundamental consultar um oftalmologista regularmente. Nossos especialistas estão à sua disposição aqui no IOSG. Fale conosco pelo telefone (34) 3214-3033 e agende um horário.

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Saiba como podemos ajudar o seu filho com CERATOCONE #JunhoVioleta (Crosslinking do colágeno corneano)

Os cuidados com a visão devem ser tomados desde cedo, uma vez que as crianças e adolescentes também estão sujeitos a problemas oculares de forte impacto sobre a qualidade de vida.

Entre as condições mais comuns dessa fase está o ceratocone, um aumento progressivo na curvatura da córnea, que com o tempo fica mais fina e menos resistente, num formato “pontiagudo”.

Essa deformação estrutural causa desvios na luz que entra nos olhos, levando à formação de imagens borradas e distorcidas. Dependendo da gravidade, é possível tratar o caso com óculos ou lente de contato, mas há situações em que se faz necessário recorrer a procedimentos capazes de impedir a progressão do quadro, especialmente no ceratocone pediátrico, quando muitas vezes o avanço é acelerado e afeta diretamente a socialização e aprendizado escolar.

Uma revisão de estudos publicada no Indian Journal of Ophthalmology defende que tratar pacientes jovens com ceratocone leve é mais benéfico e adequado do que esperar a chegada da fase adulta, quando a doença pode estar mais avançada e demandar transplante de córnea. Segundo os pesquisadores, o procedimento indicado para essa intervenção é o crosslinking de colágeno da córnea, sobre o qual falaremos um pouco mais na sequência.

O QUE É O CROSSLINKING?

É um procedimento destinado a interromper a progressão do ceratocone. Ele consiste na aplicação de uma vitamina chamada riboflavina (B2) na córnea, que quando exposta à luz ultravioleta, estimula novas ligações entre as moléculas de colágeno, endurece a parte anterior da córnea e estabiliza o ceratocone.

Todo esse processo é realizado mediante anestesia local e leva cerca de 30 minutos, sem que o paciente sinta qualquer tipo de dor. Após a conclusão, o oftalmologista aplica uma lente terapêutica sobre a córnea para facilitar sua recuperação, e pode também indicar o uso de colírios antibióticos e anti-inflamatórios por até 15 dias.

Mesmo que o paciente tenha ceratocone nos dois olhos, não é recomendado fazer o crosslinking em ambos no mesmo dia.

Vale a pena ressaltar também que há outros tratamentos disponíveis para o ceratocone. Recentemente, resumimos todos eles em um outro artigo aqui no blog. Você pode acessá-lo clicando aqui.

COMO SEI QUE O CROSSLINKING É IDEAL PARA O MEU FILHO(A)?

Não há outra forma de chegar ao crosslinking sem uma avaliação oftalmológica e a realização de exames como a Topografia Computadorizada da Córnea e a Tomografia de Córnea com Scheimpflug. A boa notícia é que você encontra tudo isso aqui no IOSG, junto a uma estrutura completa com atendimento diferenciado. Agende uma consulta com os nossos especialistas pelo telefone (34) 3214-3033.

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O que já sabemos sobre o CERATOCONE? #JunhoVioleta

O olho humano é composto por estruturas complexas e delicadas que precisam estar saudáveis para enxergarmos adequadamente. A córnea, por exemplo, é uma delas, e está sujeita a um dos principais problemas de visão da adolescência: o ceratocone.

O QUE É CERATOCONE?

O ceratocone é uma doença não inflamatória caracterizada pela deformação progressiva da córnea, que se afina e assume o formato de um cone. Em mais de 90% dos casos o problema acomete os dois olhos, mas geralmente um é mais afetado que o outro.

Uma vez “deformada”, a córnea não capta os raios luminosos da maneira adequada, o que resulta em imagens borradas, distorcidas e com a presença de halos no campo de visão.

Os efeitos negativos do ceratocone sobre a visão e qualidade de vida levaram à criação do Junho Violeta, uma campanha em favor da conscientização global, estímulo à prevenção e destaque à importância de um diagnóstico precoce.

QUAIS AS CAUSAS DO CERATOCONE?

Há um consenso científico de que o ceratocone é um problema hereditário. A genética define algumas características da córnea, especialmente o quanto de colágeno ela tem e o quão resistente ela é aos estímulos externos e deformações.

Por outro lado, de acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, há um outro hábito simples do dia a dia que também influencia no desenvolvimento ou não da doença: coçar os olhos. A longo prazo, o ato de friccionar a região pode estimular as mudanças estruturais e favorecer o surgimento do ceratocone, e é justamente por isso que esse problema é mais comum entre pessoas alérgicas.

O QUE O PACIENTE COM CERATOCONE SENTE?

  • Visão borrada.
  • Visão distorcida.
  • Halos luminosos no campo de visão.
  • Vermelhidão.
  • Dor de cabeça por forçar demais a “vista”.
  • Maior sensibilidade à luz.
  • Progressão acelerada de miopia e astigmatismo.

    CERATOCONE TEM CURA?

Não há necessariamente uma cura para essa doença, mas ela pode ser tratada adequadamente a fim de restabelecer a acuidade visual do paciente e impedir a progressão das deformações na córnea. Dependendo de cada caso e gravidade, um oftalmologista pode indicar:

 

  • Óculos e lentes de contato: não têm efeitos diretos sobre o problema, servem apenas para equilibrar a acuidade visual no olho afetado. As lentes, em específico, podem não se adaptar muito bem às situações mais avançadas. 
  • Crosslinking: consiste na aplicação de uma vitamina que, quando exposta à luz ultravioleta, estimula novas ligações entre as moléculas de colágeno, endurece a parte anterior da córnea e estabiliza sua deformação.
  • Anel intracorneano: é um dispositivo implantado no interior da córnea para equilibrar sua deformação, de modo a compensar qualquer irregularidade que esteja atrapalhando a visão do paciente. É um procedimento cirúrgico seguro e de alta precisão.
  • Transplante de córnea: este é recomendado apenas para casos graves, quando não há outra alternativa para o perfil do paciente. Com um diagnóstico precoce e tratamento imediato, é possível reduzir drasticamente os riscos de um transplante futuro.


Caso tenha alguma dúvida sobre prevenção, exames de diagnóstico ou procedimento para tratamento,
nossos especialistas estão à sua disposição aqui no IOSG. Temos uma estrutura completa para cuidar dos seus olhos e preservar o seu bem-estar em todas as fases da vida. Fale conosco: (34) 3214-3033.

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Como tratar o GLAUCOMA? Existem 3 alternativas!

O Glaucoma é apresentado pelos oftalmologistas como a principal causa de cegueira irreversível ao redor do mundo, fato comprovado por dados alarmantes. Para se ter uma ideia, um estudo asiático estima cerca de 80 milhões de pessoas com diagnóstico da doença no planeta, podendo chegar a mais de 110 milhões nos próximos 20 anos.

Muitos pacientes podem até acreditar que ter glaucoma é uma sentença de cegueira, mas isso não é verdade. Hoje em dia, com os avanços da medicina, é possível controlar a progressão do quadro, preservar a visão e garantir uma boa qualidade de vida.

O QUE É GLAUCOMA?

De acordo com o National Eye Institute, o glaucoma é um problema de visão caracterizado por danos ao nervo óptico, localizado no fundo dos nossos olhos. Uma das grandes preocupações por trás da doença é o fato dela ser silenciosa, ou seja, os sintomas só aparecem de maneira clara após uma evolução, quando já há um comprometimento visual irreversível.

QUAIS AS CAUSAS?

O tipo mais comum é o glaucoma de ângulo aberto, quando as lesões no nervo óptico estão geralmente associadas a um aumento na pressão intraocular.

É importante destacar que todas as pessoas estão sujeitas à doença, principalmente as que possuem algum fator de risco. São eles: idade maior que 40 anos, hipertensão, ascendência africana ou latina e histórico familiar.

QUAIS OS 3 PRINCIPAIS TRATAMENTOS?

Apesar de não ter cura, o glaucoma pode ser tratado a fim de controlar sua progressão e evitar maiores prejuízos à visão. De acordo com o estágio da doença e o perfil do paciente, o oftalmologista pode indicar:

 

  • Medicamentos: são a alternativa mais comum, principalmente nos estágios iniciais. A principal recomendação é um colírio que mantém a pressão intraocular em níveis adequados.

 

  • Laser: é uma técnica aplicada para facilitar a drenagem de parte do gel que preenche o nosso olho (humor vítreo), o grande responsável por aumentar a pressão no nervo óptico. A trabeculoplastia, por exemplo, é feita no próprio consultório médico com anestesia local e em poucos minutos. Temos um blog totalmente dedicado a esse assunto. Para acessá-lo, é só clicar aqui.

 

  • Cirurgia: trata-se de um procedimento adequado para casos específicos, quando o paciente não responde tão bem aos medicamentos e ao laser. As cirurgias, de modo geral, também servem para facilitar a drenagem do humor vítreo e aliviar a pressão, e a trabeculectomia, uma das mais comuns, cumpre essa missão ao criar uma espécie de bolha de filtração na conjuntiva, a membrana que recobre o nosso olho.

 

Vale a pena ressaltar que o acompanhamento oftalmológico é fundamental em qualquer momento da vida, mesmo que tudo pareça estar bem. Conforme mencionamos anteriormente, o glaucoma é uma doença silenciosa que deve ser diagnosticada o quanto antes, pois só assim será possível oferecer um tratamento adequado com menores riscos de perda da visão.

Caso tenha alguma dúvida sobre prevenção, exames ou tratamentos, nossos especialistas estão à sua disposição aqui no IOSG. Temos uma estrutura completa para cuidar dos seus olhos e preservar o seu bem-estar. Fale conosco: (34) 3214-3033.

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É seguro ir no oftalmologista durante a pandemia?

Quatorze meses após a Organização Mundial da Saúde declarar a pandemia de Covid-19 no mundo, ainda vivemos dias de medo e incertezas. Apesar dos conhecimentos acerca do coronavírus (SARS-CoV-2) estarem em constante evolução, a ciência já conhece algumas das melhores práticas de enfrentamento ao vírus.

Entre as principais medidas incentivadas, ficar em casa é, de fato, fundamental para conter a transmissão do vírus. Mas o que fazer, então, quando há a necessidade de consultar um médico para realizar check-ups, diagnosticar um problema ou acompanhar a evolução de um tratamento?

Se você precisa de um oftalmologista, saiba que pode contar conosco! O time do IOSG não mede esforços para que você cuide da visão com segurança e proteção, sem expôr a saúde a riscos.

CONFIRA AS MEDIDAS QUE O IOSG TEM ADOTADO NA PANDEMIA:

  • Uso obrigatório de máscaras, válido para todos os pacientes e visitantes, equipe médica, enfermeiros, recepcionistas e demais colaboradores. 
  • Álcool em gel distribuídos por toda a clínica, principalmente ao lado de qualquer ponto que exija contato das mãos (guichês, exames, corrimãos, bebedouros, etc.).
  • Profissionais orientados sobre todo o cuidado necessário dentro e fora do trabalho.
  • Equipe médica, de enfermagem e recepção paramentados e com uso constante de Equipamentos de Proteção Individual (EPI).
  • Assentos espaçados na recepção, garantindo o distanciamento social.
  • Cartazes e comunicações espalhadas pela clínica com mensagens de reforço sobre as medidas de prevenção.
  • Consultas por agendamento, evitando um alto fluxo de pacientes que configure aglomeração.
  • Incentivamos nossos pacientes a não levarem acompanhantes, a menos que seja extremamente necessário.
  • Reforçamos a desinfecção dos ambientes e superfícies de uso comum.
  • Todos os equipamentos de exame são higienizados antes e após o uso de cada paciente.
  • Todos os pacientes com sintomas gripais são orientados a reagendar sua consulta.

 

Estamos em conformidade com todas as recomendações do Manual de Boas Condutas do Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Você pode consultá-lo na íntegra clicando aqui.

Caso tenha alguma dúvida sobre saúde ocular, fique à vontade para agendar um horário com os nossos especialistas: (34) 3214-3033. Estamos ao seu lado nessa luta contra a COVID-19.

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Conheça os 3 principais tipos de conjuntivite e como se livrar delas

A conjuntivite é um dos problemas oculares mais comuns em um pronto atendimento médico. Quem nunca  teve ou pelo menos conhece alguém que já acordou com os olhos vermelhos e se afastou para não transmiti-la. A época de escola, por exemplo, é um exemplo clássico.

E ao contrário do que muitos imaginam, conjuntivite não é tudo igual! Acompanhe esse artigo até o final para entender quais são os principais tipos e como você pode tratá-los.

O QUE É CONJUNTIVITE?

É uma inflamação na conjuntiva, um tecido bem fino e transparente que recobre o nosso globo ocular. De modo geral, a conjuntivite afeta os dois olhos e pode durar até 15 dias para a cura total.

QUAIS OS SINTOMAS MAIS COMUNS?

– Dor no olho;
– Vermelhidão;
– Coceira;
– Inchaço na pálpebra;
– Dificuldade para enxergar;
– Fotofobia (sensibilidade à luz);

QUAIS OS PRINCIPAIS TIPOS?

De acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), a classificação de uma conjuntivite está associada à sua causa. Dessa forma, ela pode ser:

– CONJUNTIVITE VIRAL: é a mais comum e não tem tratamento específico. Ela costuma se curar entre uma e duas semanas por conta própria, de acordo com o sistema imunológico do paciente. Apesar disso, é muito importante consultar um médico para diagnosticá-la corretamente, evitar a transmissão e controlar os sintomas.

– CONJUNTIVITE BACTERIANA: como o próprio nome indica, é causada por bactérias, por isso, se necessário, pode ser tratada com antibióticos. Com relação aos sintomas, a principal diferença é uma maior quantidade de muco ou pus em comparação à viral.

– CONJUNTIVITE ALÉRGICA: está associada à alergias e não é contagiosa. Ela só pode ser interrompida se o paciente se afastar do que está causando a alergia.

Independentemente de qual seja o tipo de conjuntivite que você tenha, existem duas regras em comum: não deixe de procurar um médico ao notar os sintomas e jamais se automedique.

COMO POSSO EVITAR A TRANSMISSÃO?

Após o diagnóstico, a principal medida é o cuidado com a higiene:

– Lave as mãos com água corrente e sabão frequentemente;
– Evite tocar os olhos em qualquer situação;
– Use uma toalha limpa todos os dias;
– Troque suas fronhas e lençóis todos os dias.
– Enquanto os olhos não estiverem curados, evite usar lentes de contato;
– Enquanto os olhos não estiverem curados, evite maquiagens;
– Não compartilhe nada que toque ou fique próximo dos olhos;
– Fuja dos mitos populares! Leite materno, por exemplo, não cura conjuntivite de criança.

Caso tenha alguma dúvida sobre saúde ocular, fique à vontade para agendar um horário com os nossos especialistas: (34) 3214-3033.

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Doenças cardíacas podem ser identificadas por exames oftalmológicos?

Você já deve ter ouvido uma frase famosa que diz que “os olhos são a janela da alma”. Poesia à parte, eles realmente dizem muito sobre quem somos, o que vivemos e como está o nosso coração – literalmente!

Um estudo recente da Universidade da Califórnia sugere que a Tomografia de Coerência Óptica (OCT), além de mapear a saúde da nossa retina, também pode indicar os riscos que um paciente tem de desenvolver uma doença cardiovascular.

COMO CHEGARAM A ESSA CONCLUSÃO?

Os cientistas avaliaram os registros médicos de 160 pacientes americanos que realizaram o exame de OCT entre 2014 e 2019. Destes, 84 possuíam alguma doença cardíaca, enquanto os outros 76 estavam saudáveis. Curiosamente, os pacientes cardíacos tinham uma maior quantidade de lesões na retina causadas por interrupção ou diminuição do fluxo de sangue que sai do coração e vai para o cérebro, o que chamam de lesões perivasculares isquêmicas da retina (Ou RIPL, do inglês “retinal ischemic perivascular lesions”).

De acordo com os pesquisadores, quanto maior o número de RIPLs detectados no olho, maiores as chances de uma pessoa desenvolver isquemia ou outra doença cardiovascular.

COMO FUNCIONA O EXAME OCT?

A Tomografia de Coerência Óptica (OCT) é um exame não-invasivo, rápido e altamente tecnológico, destinado a mapear todas as camadas da retina, medir a sua espessura e identificar qualquer anormalidade que afete o seu pleno funcionamento.

O paciente é colocado de frente para o aparelho, sentado e com o queixo e a testa apoiados. Em pouco tempo, é emitida uma luz que rastreia o fundo do olho sem sequer tocá-lo.

É importante ressaltar que esse e outros exames podem ser feitos aqui no IOSG, sempre acompanhados pelos nossos especialistas. Temos uma estrutura completa para cuidar dos seus olhos, da prevenção ao tratamento de doenças, sempre com um olhar cuidadoso, humanizado e acolhedor. Fique à vontade para agendar um horário conosco: (34) 3214-3033.

 

Fontes:
Christopher P. Long, Alison X. Chan et al. Prevalence of subclinical retinal ischemia in patients with cardiovascular disease – a hypothesis driven study. EClinicalMedicine, 2021; 100775 DOI: 10.1016/j.eclinm.2021.100775

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Checklist para a segurança dos olhos no trabalho

Você sabia que, no Brasil, o olho é a quinta parte do corpo humano mais atingida pelos acidentes de trabalho? De acordo com os dados da Previdência Social, ele perde apenas para os dedos, mãos, pés e joelhos, e os números poderiam ser bem menores se muitos trabalhadores e empresas respeitassem a necessidade de utilizar óculos de proteção e garantissem o cumprimento de outros bons hábitos.

Sobre esse assunto, tem um outro fato que passa despercebido: nem todos os óculos são iguais. De modo geral, eles se diferem pela estrutura e cor das lentes:

– Proteção lateral total: são os mais comuns, que impedem a entrada de partículas multidirecionais e radiação UV;

– Protetor com perfuração: indicados para uso em ambientes mais quentes, pois permitem a ventilação e não embaçam a lente;

– Protetor fixado em tela de aço: é recomendado para atividades que apresentam risco de perfuração ocular por partículas mais pesadas;

– Proteção lateral fixa: garantem uma melhor visão periférica e são mais utilizados em atividades de baixo risco;

– Lentes amarelas: indicadas para ambientes e condições de pouca luz. São ideais para direção noturna;

– Lentes cinzas: protegem melhor contra o excesso de luminosidade do sol e contra as faíscas de solda que irritam os olhos;

– Lentes laranjas: melhoram a visão de contrastes, independente da iluminação local;

Vale a pena ressaltar que a cor das lentes tem um papel fundamental na visibilidade, ofuscamento e conforto visual. Saber escolhe-las faz bem não só para os olhos, mas também evita outros acidentes de trabalho motivados pela visão encoberta.

CHECKLIST QUE TODOS DEVEM SEGUIR NO TRABALHO

Saiba o que fazer junto à empresa para garantir a segurança dos seus olhos durante as atividades, principalmente se você já tem algum diagnóstico de problema ocular que afete a acuidade visual, como a miopia, hipermetropia e o astigmatismo:

1)    Avalie todos os riscos aos quais você está sujeito. Há chances de contaminação, infecção, queimadura ou emissão de partículas que podem perfurar o seu olho?

2)    De acordo com esses riscos, o ambiente em que você trabalha e a atividade que desempenha, escolha um óculos ou Equipamento de Proteção Individual (EPI) adequado. O resumo que fizemos logo acima ajuda bastante nessa etapa.

3)    Mantenha-se sempre atento(a) durante o trabalho, adotando uma postura defensiva e boas práticas de segurança.

4)    Certifique-se de que a empresa tenha recursos necessários para primeiros socorros. Considere também a disponibilidade de pelo menos uma pia para lavar os olhos e higienizar as mãos sempre que for preciso.

5)    Sempre que tiver contato com qualquer produto contaminado (sangue, elementos químicos, mucosas etc.), jamais toque os olhos.

6)    Faça avaliações oftalmológicas periódicas.

O QUE FAZER EM CASOS DE ACIDENTE?

– Caso tenha uma queimadura química, lave os olhos com bastante água limpa e corrente.

– Não use colírios anestésicos indiscriminadamente. Sempre consulte um profissional antes.

– Não coce e nem aperte o globo ocular diante de uma irritação.

– Se houver uma lesão ou perfuração você pode providenciar uma bandagem no olho afetado, mas sem comprimi-lo.

– Nunca tente retirar qualquer corpo estranho que tenha entrado no olho, principalmente se houver uma perfuração.

– Sempre que houver um acidente ocular, procure atendimento médico o quanto antes, sem se automedicar ou esperar um tempo para acompanhar os sintomas.

Caso tenha alguma dúvida sobre saúde ocular e queira agendar um horário com os nossos especialistas, fique à vontade e ligue para o (34) 3214-3033.

Fonte:
Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Revista Veja Bem. Edição 15. Ano 06. 2018

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Abril Marrom | Vai um suco de laranja aí? Pode prevenir a catarata!

O conhecimento científico acerca das doenças oculares está em constante evolução e sempre nos apresenta novidades em relação às suas características, fatores de risco e formas de prevenção.

Convidamos você a ler este artigo até o final para saber um pouco mais sobre a catarata e entender qual a relação entre a doença e o tão querido e popular suco de laranja.

O QUE É CATARATA?

Essa é uma doença caracterizada pela opacificação progressiva da lente natural do nosso olho, o cristalino. Geralmente, ela é causada por alterações bioquímicas decorrentes do envelhecimento, principalmente após os 60 anos (catarata senil), mas também pode surgir em função de uveítes, tumores, glaucoma, diabetes, radiações e traumas (catarata secundária).

Conforme o cristalino perde a transparência, os olhos ficam mais sensíveis à luz e a visão perde nitidez gradativamente. Na ausência de tratamento, o quadro pode comprometer seriamente a qualidade de vida do paciente e até mesmo evoluir para a cegueira.

SUCO DE LARANJA PODE PREVENIR A DOENÇA?

Um estudo publicado pela American Academy of Ophthalmology sugere que SIM, uma dieta rica em vitamina C – nutriente amplamente encontrado na laranja, acerola e outras frutas – pode ajudar a prevenir o surgimento da catarata e sua progressão.

Os pesquisadores avaliaram o quadro de catarata nuclear – formada bem ao centro do cristalino – e os hábitos alimentares de 2.054 gêmeas que atendiam aos seus critérios de análise. Eles notaram que, além do papel protetivo que a vitamina C representou contra a doença, os fatores ambientais, como a alimentação, tiveram ao longo de 10 anos uma influência maior sobre a progressão do que os fatores genéticos.

Uma das hipóteses levantadas pelo estudo é de que a vitamina C tem um papel antioxidante, o que ajuda a controlar o estresse oxidativo e as alterações bioquímicas do cristalino ao longo dos anos.

É importante ressaltar, claro, que a ingestão desse nutriente não é a salvação de todos os problemas, mas pode ser mais um recurso usado na prevenção da catarata. É preciso também adotar bons hábitos de vida, controlar o índice glicêmico e a pressão arterial, evitar o tabagismo e consultar um oftalmologista regularmente.

Caso tenha alguma dúvida, nosso corpo clínico está à sua disposição. Temos especialistas e estrutura de ponta para te auxiliar em todas as fases da vida, do diagnóstico ao tratamento. Agende sua consulta pelo telefone (34) 3214-3033.

Fontes:

Ekaterina Yonova-Doing, et al. Genetic and Dietary Factors Influencing the Progression of Nuclear Cataract. Ophthalmology. VOLUME 123, ISSUE 6, P1237-1244, JUNE 01, 2016. DOI:https://doi.org/10.1016/j.ophtha.2016.01.036

Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Revista Veja Bem. Ano 03. Ed. 06. 2015.

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