Monthly Archives - janeiro 2021

Suplementos para melhorar a sua VISÃO

Se a sua dieta não é nada balanceada e você possui histórico familiar de doenças oculares, ou mesmo uma pré-disposição genética, esse texto é para você! Com a rotina estressante de trabalho, cuidados com a casa e com a família, a alimentação saudável pode ser deixada de lado.

Mas será que os suplementos vitamínicos, vendidos em formato de cápsulas, são boas opções para melhorar a saúde?

É importante deixar claro: a melhor opção é sempre manter uma dieta balanceada. Alimentos com grande quantidade de folhas verdes, espinafre, milho, laranja, ovos, e cenoura, contêm altos níveis de nutrientes muito importantes para a saúde do seu corpo, e também dos seus OLHOS. Além disso, um médico oftalmologista deve sempre ser consultado, ANTES do uso de tais suplementos, pois eles podem interagir negativamente com medicamentos e são contraindicados para pessoas com determinadas doenças.

O QUE DIZEM OS ESTUDOS CIENTÍFICOS?

O Instituto Nacional dos Olhos, dos Estados Unidos, realizou dois amplos estudos científicos sobre doenças oculares que possuem relação com o processo de envelhecimento humano, como a Degeneração Macular Relacionada a Idade (DMRI) e a Catarata, e o uso de suplementos vitamínicos contendo Vitamina C, Vitamina E, Betacaroteno, Óxido de Cobre, Luteína, Zeaxantina e o Zinco. As principais descobertas foram as seguintes:

– O risco de DMRI foi diminuído em 25%, ao longo de 6 anos de consumo do suplemento vitamínico;
– Em pessoas com DMRI moderada, o uso dos suplementos foi associado a um retardo do avanço da doença. No entanto, em casos mais graves, não houve melhora;
– Os suplementos não preveniram a DMRI ou foram capazes de restaurar a visão daqueles que já tinham a visão comprometida pela doença;
– A suplementação com Luteína e Zeaxantina reduziram a necessidade de cirurgia em pessoas com catarata que inicialmente tinham pouco consumo dessas substâncias carotenoides.

E o que isso nos mostra? Que com certeza, alguns suplementos são benéficos para a visão, mas esses efeitos não aparecerão em todos os casos e em todas as pessoas. Quem poderá avaliar cada caso em específico, é o médico oftalmologista.

MAS QUAIS SUPLEMENTOS SE MOSTRARAM MAIS BENÉFICOS?

– Luteína, Zeaxantina e Betacaroteno
São substâncias da família dos carotenoides, presentes em grande quantidade em vegetais de folhas verdes. No organismo, o betacaroteno é utilizado para a produção da Vitamina A, usada pela retina durante o processo de detecção de luz, imagem e conversão em sinais elétricos para serem enviados para o cérebro através do nervo óptico. A Luteína e a Zeaxantina atuam como oxidantes naturais e ajudam a prevenir os efeitos da luz ultravioleta emitida pelo sol e da luz azul emitida pelas lâmpadas e aparelhos eletrônicos.

– Ômega-3
Os ácidos graxos (gordura) do Ômega-3 são produzidos por algas marinhas, podendo ser encontrados nos peixes. Dois ácidos graxos específicos foram estudados, necessários para o desenvolvimento, construção e reparo da retina.

– Zinco
O Zinco atua em diversos processos do nosso organismo, como na imunidade, síntese de proteínas, cicatrização e multiplicação celular, o que o torna benéfico também para as células dos olhos. Ele está presente em vegetais, grãos e na carne vermelha. O Óxido de Cobre foi adicionado ao multivitamínico utilizado no estudo para diminuir os riscos de anemia por deficiência de cobre, que está associada à alta ingestão de zinco.

– Vitaminas C e E
A Vitamina C está presente em alimentos como a acerola, caju, goiaba, brócolis e laranja, e a Vitamina E é encontrada em diversas sementes, castanhas e óleos. Elas já foram associadas, por alguns estudos, a diminuição dos riscos de alguns tipos de catarata e ao retardo do avanço da doença.

Você pode contar com os oftalmologistas do IOSG para a escolha do melhor suplemento para a sua condição.

IOSG – Há mais de 40 anos trazendo mais detalhes em sua vida!

Fonte:
– NIH Nacional Eye Institute e Healthline.

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Quando a cirurgia de catarata também corrige o grau #iosgparaidosos

Nos últimos anos, a medicina tem evoluído de modo a oferecer um diagnóstico preciso, em menor tempo, e que possibilite tratar doenças de maneira eficaz. No universo da oftalmologia, atualmente, é possível curar problemas através de cirurgias rápidas, sem cortes, sem pontos e dentro do próprio consultório médico, como é o caso da catarata.

O QUE É CATARATA?

Essa é uma doença conhecida pela opacificação de uma lente natural que temos dentro do olho, o cristalino. Geralmente, ela é causada por alterações bioquímicas decorrentes do envelhecimento, principalmente após os 60 anos, mas também pode surgir em função de uveítes, tumores, glaucoma, diabetes, radiações e traumas.

Conforme o cristalino perde a transparência, os olhos ficam mais sensíveis à luz, a percepção de cores é alterada e a visão perde nitidez gradativamente. Na ausência de cuidados, o quadro pode evoluir para a cegueira.

COMO É FEITO O TRATAMENTO?

O único tratamento aplicado atualmente é a cirurgia, realizada no próprio consultório médico sob anestesia local (colírio). Nela, o cristalino é fragmentado, aspirado e substituído por uma lente intraocular nova, totalmente transparente.

O paciente é liberado no mesmo dia e pode retomar todas as suas atividades comuns em até 2 semanas, desde que sejam respeitadas as demais orientações pós-operatórias dadas pelo oftalmologista. Uma vez removida, a catarata não corre risco de voltar.

COMO SE CORRIGE O GRAU?

Estão disponíveis no mercado algumas lentes intraoculares que, além de substituir o cristalino, também corrigem erros refrativos como miopia, hipermetropia e astigmatismo. As lentes trifocais, por exemplo, permitem enxergar nitidamente os objetos a distâncias curtas, longas e intermediárias.

É importante ressaltar que o tipo de lente indicada para a cirurgia depende de uma série de fatores avaliados pelo oftalmologista no pré-operatório, como a idade do paciente, tipo de grau e presença de outras patologias oculares.

O IOSG conta com diversos oftalmologistas especializados em catarata, todos experientes, atualizados e preparados para cuidar da sua visão. Nossos pacientes têm à disposição uma estrutura completa que reúne conforto, equipamentos de alta tecnologia, atendimento de qualidade e segurança assistencial. Caso tenha alguma dúvida, fique à vontade para entrar em contato conosco pelo telefone (34) 3214-3033 e agendar uma consulta.

Fonte:
Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Revista Veja Bem. Ano 03. Ed. 06. 2015.

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GESTANTES | Alterações visuais relacionadas aos hormônios da gravidez #iosgparagestantes

Olho seco, sensibilidade à luz, dores de cabeça e tontura. Quem diria que além dos enjoos, inchaço e o aumento de peso, os hormônios da gravidez pudessem também causar alterações visuais? Isso mesmo, os primeiros sintomas citados podem ser consequência, por exemplo, do aumento do grau de miopia na mulher grávida, que por muitas vezes passa todo o período de gestação com uma dor de cabeça chata, supondo ser apenas uma consequência comum da gravidez.

Super importante principalmente durante o primeiro trimestre da gestação, o hormônio progesterona é produzido pelos ovários e prepara o endométrio, tecido que reveste internamente o útero, para receber o embrião e previne abortos espontâneos. No entanto, ele também é o responsável por outros sintomas bem chatinhos: os enjoos, salivação, sono, alterações de humor e os especialistas acreditam que afete também o colágeno da córnea, causando as alterações visuais.

PROBLEMAS VISUAIS MAIS COMUNS NAS GESTANTES

Então, a quais alterações visuais as gestantes precisam ficar mais atentas? Entre eles, estão:

ALTERAÇÕES NO GRAU
A córnea é um tecido transparente que reveste a parte colorida dos olhos, como o vidro de um relógio e as fibras de colágeno são importantes para a manutenção de sua estrutura e formato. Como a progesterona afeta o colágeno dos olhos, a córnea pode sofrer aumento de espessura e ambos, córnea e cristalino, podem ter um aumento de curvatura, levando a um desvio refrativo e consequentemente a elevação do grau dos óculos.

A boa notícia é que a mudança é normalmente momentânea, e o grau volta ao nível anterior em até oito meses após o nascimento do bebê. No entanto, os principais sintomas são as dores de cabeça e tonturas, além da dificuldade para enxergar. Por isso, o ideal é que a mulher ajuste as lentes para o novo grau durante o período necessário.

SENSIBILIDADE À LUZ e SÍNDROME DO OLHO SECO
A claridade também pode se tornar um incômodo, pois a alteração do formato da córnea aumenta a sensibilidade à luz, causando a chamada fotofobia e crises de enxaqueca. Nesses casos, óculos de sol com proteção contra os raios UVA e UVB e até mesmo as chamadas lentes Transitions, que se adaptam ao nível de claridade, são muito indicados.

Agora a sensação de coceira, vermelhidão e impressão de que há ciscos nos olhos são típicos da Síndrome do Olho Seco, um dos problemas oculares mais comuns durante a gestação. As alterações hormonais reduzem a produção de lágrimas, então situações como a exposição dos olhos ao vento, fumaça, ar condicionado e poeira podem causar incomodo. O que pode ser amenizado com o uso de colírios de lágrimas artificiais.

Ambas as condições são temporárias e tendem a desaparecer após o parto.

SINTOMAS DA PRÉ-ECLAMPSIA E DO DIABETES GESTACIONAL
A pré-eclampsia é um estado de hipertensão durante a gravidez. Seus sintomas podem ser identificados através dos olhos em até 8% das gestantes, aparecendo como: manchas, pontos pretos ou flashs no campo visual, perda temporária da visão, sensibilidade à luz e visão embaçada. É muito perigosa e costuma aparecer após a 20ª semana.

Já a diabetes gestacional acontece devido ao aumento do HPL (Hormônio Lactogênio Placentário),  que inibe a produção de insulina, aumentando os níveis de glicose no sangue. Os altos níveis glicêmicos são fatores de risco para doenças oculares em qualquer pessoa, podendo danificar os vasos sanguíneos da retina e causando problemas de visão relacionados principalmente à nitidez e foco.

Em caso de quaisquer sintomas ou suspeita, se consulte com seu ginecologista obstetra e também com um oftalmologista. Não é recomendado para as gestantes o uso de nenhum medicamento sem prescrição médica para aliviar os sintomas das alterações oculares, mesmo os mais simples, pois podem causar riscos para o bebê.

Conte com o IOSG também durante essa fase tão especial!

IOSG – Há 40 anos trazendo mais detalhes em sua vida!

Fonte:
– Revista Veja Bem, Conselho Brasileiro de Oftalmologia, 06, ano 3, 2015.

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