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Catarata

O que é

A catarata é a opacidade de uma lente natural que temos dentro do olho, chamada de cristalino. Apesar de, em casos raros, ser possível já nascer com catarata (congênita), geralmente é causada pelo próprio envelhecimento, principalmente após os 60 anos de idade. Outras causas de catarata são: uso de algumas medicações (principalmente a base de corticoides), trauma no olho, diabetes, inflamações e infecções. Nem sempre a diminuição da visão no idoso é por catarata. Pode ser causada por outras doenças como: tromboses na retina, isquemia do nervo óptico e degeneração macular, glaucoma e etc.

A catarata é uma doença que deixa a visão turva mesmo com óculos e é considerada a maior causa de cegueira do mundo. Além do borramento visual, a catarata também pode alterar a sensibilidade à luz, a percepção real das cores e visão duplicada. O único tratamento para a catarata é a cirurgia.

Qualidade IOSG na Cirurgia de Catarata

O IOSG – Instituto de Olhos Santa Genoveva conta com uma completa estrutura distribuída em mais de 10 mil m², proporcionando ao paciente, conforto, atendimento de qualidade e principalmente, segurança desde procedimentos simples, até de altacomplexidade. São mais de 20 oftalmologistas especializados em catarata, com grande experiência, atualizados e preparados sobre as mais recentes e modernas técnicas no âmbito da cirurgia de catarata. Tudo isso, associado ao constante investimento em tecnologia, sempre em busca dos melhores resultados. A cirurgia é muito segura, com pequena incidência de complicações.

Na cirurgia de catarata, realiza-se a substituição do cristalino opacificado (catarata) por uma lente artificial – a lente intraocular (LIO). A cirurgia de catarata é realizada com anestesia tópica ou local e realiza-se os seguintes passos:
1. Pequena abertura na córnea (microincisão), que varia de 2,0 a 2,75mm;
2. Remoção da catarata, em pequenos fragmentos;
3. Implante da lente intraocular.

Existem diversos tipos de lentes que podem ser implantadas no lugar da catarata e podem ser, basicamente, de dois tipos: Multifocais ou Monofocais.

Lentes Intraoculares Multifocais

São lentes que permitem foco para longe e para perto e em geral, proporcionam maior qualidade de visão global e liberdade dos óculos. Existem algumas doenças oculares, entretanto, que impossibilitam seu implante. O médico irá orientar se este for o caso do paciente. O Hospital de Olhos Sadalla Amin Ghanem utiliza as lentes mais modernas do mundo, mas isso não significa que a visão ficará 100% (cem por cento) em todos os casos e em todas as distâncias. Todas as lentes utilizadas são importadas e dobráveis.Lente-multifocal

Tipos de Lentes Intraoculares Multifocais:

Atualmente, existem diversos modelos de lentes intraoculares multifocais que proporcionam diferentes qualidades de visão e distâncias de foco. O índice de satisfação dos pacientes com as lentes multifocais é maior do que 90% (noventa por cento) e varia de acordo com o tipo da lente escolhida. Nenhuma lente, entretanto, é garantia de visão perfeita, mesmo com um procedimento cirúrgico bem realizado pelo seu médico.

Multifocal Echelette

Esta lente permite melhor qualidade de visão de longe, com menor incidência de brilhos/halos ao redor das luzes à noite. Em geral, possibilita ótima visão para o computador (visão intermediária) e boa visão para perto. Para perto, 80% (oitenta por cento) dos pacientes ficam livres dos óculos, entretanto, é possível que seja necessário seu uso em algumas situações. Para reduzir ainda mais a necessidade de óculos para perto, o cirurgião pode deixar um pouco de miopia em um ou ambos os olhos. Essa técnica mantém a visão para longe boa e melhora a visão de perto. O paciente deve avisar o seu médico se possui carteira de motorista (CNH) dos tipos “C”, “D” ou “E”. Nesses casos a prioridade será a visão de longe.

Multifocal Trifocal

Esta lente proporciona boa qualidade de visão para longe, intermediária e perto. Os brilhos nas luzes à noite são mais comuns do que no modelo Multifocal Echelette. Aproximadamente 5% (cinco por cento) dos pacientes podem precisar de óculos em algumas ou várias situações. Esses distúrbios visuais noturnos costumam melhorar muito nos primeiros 6 (seis) a 12 (doze) meses após o procedimento cirúrgico. A Multifocal Echelette e a Trifocal são as lentes mais modernas disponíveis no momento.

Multifocal Total Difrativa +3,25 ou +4,00

É uma ótima lente, mas apresenta basicamente duas distâncias de foco: longe e perto. Portanto, a visão intermediária é pior do que nas lentes anteriores. Podem ocorrer brilhos/halos noturnos semelhantes aos das Lentes Trifocais.

Multifocal Parcial Difrativa +2,50

É uma lente que apresenta bom foco para longe e intermediário, mas a chance de precisar de óculos para perto é maior que as anteriores. Mesmo assim, a satisfação é muito alta e permite uma independência aos óculos bem maior do que as Lentes Monofocais.

 

Informações Importantes: Após o procedimento cirúrgico com implante multifocal, para alcançar boa visão, é necessário que os olhos fiquem sem grau ou com pouco grau. Caso reste algum grau que incomode a visão do paciente, será realizado um procedimento cirúrgico com Excimer Laser, sem custos, desde que não haja contraindicação médica para realizá-la. Isto acontece em aproximadamente 5% (cinco por cento) dos casos. A melhor visão só é obtida com os dois olhos operados, exceto em casos em que não seja indicado o procedimento cirúrgico nos dois olhos pelo médico. Semelhante ao que acontece quando se inicia o uso de óculos multifocais, é necessário um período de adaptação para se alcançar os benefícios do implante multifocal. Esse período costuma levar de 1 (um) a 6 (seis) meses. Apesar do índice de satisfação com as lentes multifocais ser muito alto, é possível que o paciente não fique satisfeito com o resultado. A grande maioria dos casos de insatisfação com as lentes multifocais tem tratamento. Apesar de raro (menor que 1% dos casos), é possível que a pessoa não se adapte com a lente multifocal implantada (brilhos/halos de luz noturnos intensos, sensibilidade intensa à luz ou visão desfocada que não melhora com a correção do grau, etc.) e seja necessária a troca por uma Lente Monofocal. Nesses casos, pode haver a necessidade de voltar a usar óculos para algumas situações ou continuamente. Essa substituição da lente é, na maioria dos casos, coberta pelos planos de saúde. Acaso não seja, ela terá custos ao paciente (muito menores que do primeiro procedimento cirúrgico de implante de Lente Multifocal).

 

Lentes Intraoculares Monofocais:

Lente-monofocal-torica

Monofocal Hidrofóbica Asférica

Essa lente é a melhor monofocal disponível. Assim como em todas as lentes monofocais, elas possuem um foco (ou longe ou perto). Portanto, em um dos olhos é colocado uma lente mais para longe e o outro mais para perto, exceto em alguns casos. Isso é chamado de visão balanceada ou monovisão. A visão final vai depender da adaptação à monovisão, grau que ficar após o procedimento cirúrgico e as necessidades do paciente. A probabilidade de necessitar de óculos é consideravelmente maior que nas Lentes Multifocais. Muitos pacientes conseguem ficar sem óculos para longe e perto, mas aproximadamente 20% (vinte por cento) vão precisar de óculos para longe e 50% (cinquenta por cento) para perto. Alguns pacientes podem precisar de óculos multifocais.

Monofocal Hidrofílica Asférica ou Simples

É uma lente semelhante a Lente Monofocal Hidrofóbica mas exige uma incisão (micro corte) maior para seu implante. Com isso, o grau residual pode ser um pouco maior e também a necessidade de óculos.

Monofocal Esférica

É a lente mais simples que se tem disponível. Ela pode não apresentar a mesma qualidade de visão que as anteriores e causar mais brilhos/halos noturnos, pois não corrige o que chamamos de aberração esférica, que reduz um pouco a qualidade de visão. Mesmo assim, costuma proporcionar boa visão para a maioria dos pacientes. A necessidade de óculos é maior com essa lente.  A biometria (exame que calcula o grau da lente implantada) realizada para implantar a Lente Monofocal Esférica é a biometria convencional, que apresenta previsibilidade menor do que o exame realizado para implantar outras lentes. Nos procedimentos cirúrgicos com implante dessa lente, não é utilizado o equipamento Verion® que auxilia durante o procedimento cirúrgico para aumentar a precisão na correção do grau do paciente.

 

Lentes Tóricas:

São lentes que corrigem astigmatismo (tipo de grau que pode causar distorção visual). São elas lentes Tóricas Multifocais Echelette, Trifocal, Total Difrativa e Monofocal Hidrofóbica Asférica. O médico irá indicar o modelo tórica, se houver a necessidade.

Facoemulsificação

Técnica moderna em que se quebra a catarata em pequenos fragmento que são removidos do olho por uma pequena abertura (menor que 3 mm) e se coloca uma lente de material siliconado dobrável (material mais mole). Está técnica é a mais fisiológica e menos agressiva ao olho, realizada em mais de 98% dos casos. A recuperação da visão após a cirurgia de catarata geralmente é rápida e o paciente retorna ao trabalho em poucos dias.

 

Extracapsular

É a técnica mais antiga para tratar catarata. Faz-se uma abertura de aproximadamente 180 graus (metade do olho) para a retirada da catarata, que é removida inteira. Depois é colocada uma lente de metilmetacrilato, que é um material plástico rígido. Essa técnica é raramente realizada (somente para casos de catarata muito dura extremamente avançada).

 

Laser

O Instituto de Olhos Santa Genoveva disponibiliza o aparelho para realização da cirurgia de catarata a laser. Para mais informações, consulte o seu oftalmologista.

Como em qualquer procedimento cirúrgico de catarata, pode haver uma opacificação da cápsula posterior e ocorrer piora na visão. Isto em geral ocorre meses ou anos após o procedimento cirúrgico e se resolve facilmente com o Yag Laser. Este laser (não é procedimento cirúrgico) é necessário em aproximadamente 30% (trinta por cento) dos casos. Sua aplicação é rápida e segura. O paciente é liberado em seguida, sem restrições, a não ser dirigir naquele momento, porque a pupila estará dilatada.

A modernidade e tecnologia também presentes na realização da sua cirurgia de catarata. O Hospital de Olhos Sadalla Amin Ghanem está preparado para proporcionar segurança e experiência satisfatória no tratamento de cirurgia de catarata aos seus pacientes.

Microscópios Cirúrgicos OPMI Lumera® e Leica M822: Os microscópios cirúrgicos, de tecnologia alemã, são ferramentas que viabilizam a observação detalhada das estruturas oculares durante a cirurgia.

sLEICA

Facoemulsificador Infiniti® e Vitreófago Stellaris®:  Estes equipamentos são utilizados durante a realização da cirurgia de catarata. Atendem diversas necessidades do médico-cirurgião, dentre elas, a facoemulsificação (cirurgia de catarata). São tecnologias inteligentes, ambas produzidas nos Estados Unidos, que otimizam cada etapa do procedimento oferecendo maior agilidade e segurança. Se adaptam automaticamente às mudanças de condições dos olhos durante a cirurgia promovendo melhor controle da pressão intraocular e maior sincronia entre a velocidade de irrigação do globo ocular e aspiração do cristalino. Através do seu sistema de iluminação com Xênonio, o Vitreófago Stellaris®, permite maior visibilidade dos tecidos oculares.

Quando Operar

A catarata congênita, normalmente, é uma urgência e deve ser operada o mais rápido possível.

Congênita

A catarata do adulto não é uma urgência. A época da cirurgia deve ser decidida pelo médico, de acordo com as queixas e necessidades do paciente.

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Exames

O diagnóstico da catarata é feito por meio de exames oftalmológicos rotineiros, especialmente o exame de biomicroscopia. Em caso de resultado positivo, no Instituto de Olhos Santa Genoveva são realizados exames pré-operatórios utilizando os aparelhos mais modernos na oftalmologia.

Potencial de Acuidade Macular

É um exame indicado para pacientes com baixa acuidade visual e que realizarão a cirurgia de Catarata. Avalia o potencial de visão em caso de cirurgia e para sua realização é necessária a dilatação das pupilas.

Equipamento utilizado:
Potencial de Acuidade Macular

Especialidade:

Catarata 

Canon CX/1

Exame em que são obtidas imagens do fundo do olho depois da injeção da substância fluoresceína sódica. Indicado para avaliação detalhada em doenças da retina, como retinopatia diabética, degeneração macular relacionada à idade, obstruções dos vasos e doenças hereditárias.

Fluoresceína sódica é um corante que, injetado na veia do braço, chega à circulação do fundo do olho depois de alguns segundos. Assim, obtêm-se imagens consecutivas, durante alguns minutos, com a presença do corante no fundo do olho. As imagens são digitalizadas em computador e, posteriormente, impressas.

Equipamento utilizado:
Canon CX/1

Especialidade:
Retina

IOL Master® 500 - Zeiss (Alemanha)

O exame biométrico óptico é realizado no IOSG - Instituto dos Olhos Santa Genoveva por meio do aparelho mais avançado da atualidade, o IOL Master® 500. Este aparelho, produzido pela Zeiss na Alemanha, aumenta a precisão do cálculo da lente intraocular para a cirurgia de Catarata, utilizando a interferometria óptica associada a tomografia de coerência óptica (OCT) para otimizar os resultados refrativos. É possível verificar o comprimento axial do olho, a profundidade da câmara anterior, diâmetro corneano e ainda, a ceratometria central. Este aparelho reduz ao máximo a chance de resultados inesperados no grau após a cirurgia.

Equipamento utilizado:
IOL Master® 500 - Zeiss (Alemanha)
Especialidade:
Catarata

Ocuscan RxP (Estados Unidos)

A Biometria Ultrassônica é, normalmente, realizada quando a catarata é muito avançada, não sendo possível a medida pela biometria óptica.

Equipamento utilizado:
Ocuscan RxP (Estados Unidos)
Especialidade:
Catarata

Campímetro Computadorizado HFA 3 840 (Estados Unidos)

Doenças como Glaucoma, doenças retinianas e do sistema nervoso central.

O paciente fixa o olho em um ponto central sem movimentá-lo e dá informação do que está acontecendo através de uma campainha orientada.

Avalia o campo de visão central e periférico, identificando alterações ou redução da sensibilidade visual. Na foto da esquerda, exame com campo visual normal e na foto da direita, campo visual com alteração de glaucoma.

Equipamento utilizado:
Campímetro Computadorizado HFA 3 840 (Estados Unidos)

Especialidade:
Glaucoma
Retina

Yag Laser 3000 LE

Após a realização da cirurgia de catarata, costuma ocorrer em grande percentual de pacientes a opacificação da membrana na qual se apóia a lente intraocular. Esta perda de transparência irá acarretar uma redução da qualidade e quantidade de visão, e pode ocorrer durante meses ou até mesmo, anos após a cirurgia. O tratamento é indolor, feito ambulatorialmente com o uso de colírio anestésico após a dilatação da pupila.

Equipamento utilizado:
Yag Laser 3000 LE

Especialidade:
Catarata

Microscópio Especular CEM-530 (Japão)

Também conhecida por microscopia especular, é uma fotografia feita através do Microscópio Especular CEM-530 e possibilita a visualização das células do endotélio, a camada mais interna da córnea. É um exame computadorizado, de não contato, que estima a densidade celular, tamanho e forma destas células, e a presença de depósitos, mostrando a vitalidade do endotélio. O microscópio especular que dispomos possibilita a avaliação do centro corneano, 8 ponto paracentrais e 6 pontos periféricos.

Mais informações:

Este exame pode ser solicitado na presença ou suspeita de doenças degenerativas da córnea e como exame pré-operatório de catarata, glaucoma, transplante de córnea e cirurgia refrativa, para auxiliar o cirurgião na avaliação do risco cirúrgico.


Equipamento utilizado:

Microscópio Especular CEM-530 (Japão)

Especialidade:
Catarata
Córnea

Retinografia no nervo óptico é realizada para se ter a noção de profundidade e obter melhor controle da evolução do glaucoma ou dos casos suspeitos. Registro fotográfico de alterações de disco óptico ou papila. Fotografias realizadas com luz branca intensa, para registrar forma, contornos, relevo, tamanho, coloração e escavação do disco óptico, sinais também analisados durante o “check-up” de pacientes portadores de glaucoma. Pode ser solicitado também em caso de hipertensão ocular, edema de papila, papiledema, processo inflamatório do nervo óptico (neuriteóptica), tumores na cabeça do nervo óptica (benignos, como melanocitoma) e malignos como melanoma. Para a sua realização, geralmente o paciente precisa dilatar a pupila com colírios. O exame é relativamente rápido (total de 5 a 10 minutos). Não há necessidade de jejum. Na foto superior, nervo óptico com escavação e na foto inferior, esterofotografia de nervo óptico normal.

 

Equipamento utilizado:
Retinógrafo TRC-NW400 (Japão)


Especialidade:

Glaucoma
Retina

A indicação mais comum e eficaz é para Insuficiência de Convergência e estrabismo divergentes intermitentes, sendo que a indicação é reservada em outros casos e analisada no exame de motilidade ocular.

Especialidade:
Estrabismo

Fotocoagulador Quantel 532 nm

Aplicação de luz do laser, de alta potência, que gera fotocoagulação controlada da camada externa da retina. Indicado para tratamento de doenças da retina, como retinopatia diabética, obstruções venosas e rupturas, entre outras. A ação do laser na retina visa cauterizar os capilares (pequenos vasos sanguíneos), inibir o crescimento de novos vasos sanguíneos e aumentar a aderência para evitar o seu descolamento. Na foto superior mostramos uma ruptura retiniana antes do laser e na foto inferior após o tratamento com fotocoagulação a laser.

Mais informações:

A fotocoagulação retiniana, em geral, é realizada com o uso de colírio anestésico. Em caso de dor ocular, pode-se efetuar a anestesia peribulbar (ao redor do olho) para maior conforto. O paciente deve estar acompanhado no dia de realização da fotocoagulação. A pupila é previamente dilatada para tratamento adequado. A duração da aplicação varia de 5 a 30 minutos.

Equipamento utilizado:
Fotocoagulador Quantel 532 nm

Especialidade:
Retina

Yag Laser 3000 LE

Tipo de energia luminosa utilizada em vários tratamentos na clínica oftalmológica. Os pulsos de Nd: Yag Laser atuam nos tecidos, causando o que é conhecido como fotodisrupcão. As aplicações do Nd: Yag Laser são geralmente indolores. Nesta eventualidade, usa-se anestesia tópica, ou seja, apenas uma ou duas gotas de colírio anestésico. Na foto, olho no qual foi realizado o procedimento de Iridotomia, que consiste em um pequeno furo na íris.

Equipamento utilizado:
Yag Laser 3000 LE

Especialidade:
Glaucoma

A pediatrician checking an 8 month old baby's eyes with a penlight.

Exame que avalia os distúrbios da motilidade ocular e as alterações sensório-motoras do olho. Indicado para pacientes com queixas sugestivas de transtornos da visão binocular até pacientes com estrabismos comuns ou restritivos. Também chamado de Teste Ortóptico. O paciente deve fazer o exame SEM dilatação da pupila.

Especialidade:
Estrabismo

É um exame utilizado para avaliar toda a retina. É realizado com a pupila dilatada e possibilita ao médico oftalmologista ter uma visão estereoscopica para verificar possíveis alterações da retina, em três dimensões.

Especialidade:
Retina

Optovue OCT Spectral

Gera uma fotografia de um corte virtual sagital da córnea. É possível medir a espessura dos mais variados locais da córnea com a precisão dada em micra (milésimos de milímetros). Cicatrizes e degenerações corneanas são localizadas com exatidão e, ao interpretar a imagem, o cirurgião planeja com maior segurança o tratamento adequado. No paciente que foi anteriormente submetido a uma cirurgia córneana, o OCT permite ao cirurgião visualizar o “flap” do Lasik e estroma residual (quanto de córnea restante abaixo do flap) ou medir a posição exata de anéis intracorneanos inseridos em portadores de ceratocone.

Mais informações:

O exame de OCT de córnea pode ser requisitado antes ou depois das seguintes cirurgias: LASIK, PTK, implante de anel intracorneano, transplante lamelar de córnea (DALK, DSEK, DMEK) e transplante penetrante de córnea. Também ajuda no planejamento cirúrgico no tratamento de opacidades corneanas.

Equipamento utilizado:
Optovue OCT Spectral

Especialidade:
Catarata
Córnea
Glaucoma
Retina

Exame em que são obtidas informações a respeito da percepção de cores que a pessoa tem. Os dois exames realizados são o Ishihara e o Farnsworth-Munsell D-15. Indicado para avaliação do comprometimento visual em alterações oculares genéticas (daltonismo) ou adquiridas (toxicidade medicamentosa, entre outras).

Mais informações:

O exame não é invasivo (não há necessidade de injeção de contraste) e pode ser repetido sempre que necessário. Não há necessidade de dilatação de pupila. A duração do exame é 5 a 20 minutos.

Equipamento utilizado:
Pranchas pseudoisocromáticas (Ishihara) e modelos com diferentes tonalidades cromáticas (Farnsworth-Munsell)

Especialidade:
Retina

GALILEI (Suiça)

Indicado para pacientes candidatos à cirurgia refrativa, ceratocone e outras alterações corneanas. Proporciona simultaneamente a medida das curvaturas e elevações anterior e posterior da córnea (topografia); mapa paquimétrico; análise em 3D da câmara anterior; medida do diâmetro corneano; avaliação do ângulo da câmara anterior; cálculo de índice I-S, que auxilia no diagnóstico de ceratocone, densitometria corneal e cristalino e pupilometria.

Equipamento utilizado:
GALILEI (Suiça)

Especialidade:
Córnea
Cirurgia a Laser

Os topógrafos computadorizados medem milhões de pontos em torno de 95% da superfície corneana. A maioria se baseia no princípio do Disco de Plácido, que utiliza a córnea como um espelho refletor, projetando uma serie de anéis sobre ela. Estes anéis são captados, analisados e codificados em cores, gerando mapas de curvatura. Utilizamos em nosso Hospital o topógrafo de alta definição.

Mais informações:

A topografia computadorizada é um excelente instrumento para confirmar o diagnóstico de ceratocone, na avaliação de pacientes candidatos a laser, ou ainda, em implantes de lentes intraoculares, mesmo quando os sinais característicos ainda não são observados. A localização do ápice e a progressão da doença podem ser visualizadas quando se analisam os mapas coloridos.

Especialidade:
Catarata
Córnea
Cirurgia a Laser

É solicitado sempre que o médico não consegue visualizar o fundo do olho devido a opacidades de córnea, cristalino ou vítreo, ou quando necessita de uma visualização da parte posterior ao globo. Também auxilia no diagnóstico dos tumores, hemorragias vítreas, corpos estranhos intraoculares, deslocamentos de retina e phthisis bulbi. É um método semiológico de grande importância, indicado sempre que houver necessidade de avaliar as condições internas do globo ocular e órbita. Neste exame, uma sonda emite ondas de ultrassom (sons com frequência além dos limites percebidos pela audição humana) que refletem ecos quando entram em contato com a estrutura ocular do paciente. O exame pode ser realizado pelo módulo A, que é a representação acústica unidimensional na qual os ecos são representados como oscilações verticais. Ou no módulo B, em que a representação acústica é bidimensional, permitindo a visão panorâmica do olho e da órbita e a análise das formas e estruturas.

Especialidade:
Catarata
Retina