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É comum que o câncer de mama metastize para os olhos?

Outubro já chegou, e com ele a campanha OUTUBRO ROSA para a conscientização e proteção contra os cânceres mais comuns que atingem as mulheres, principalmente o câncer de mama. E você sabia que 30% das mulheres que tiveram câncer metastático apresentaram metástase aos olhos?

MAS PRIMEIRO, O QUE SÃO METÁSTASES?

Bom, metástases são células cancerígenas ou pequenos tumores malignos que correm pela corrente sanguínea e podem ser provenientes de um outro tumor pré-existente. Normalmente os cânceres de mama, pulmão ou próstata é que dão metástases em outros órgãos, incluindo os olhos.

Assim, nos olhos, é mais comum a metástase ocorrer na coroide, por ser a parte mais vascularizada, mas nada impede de ocorrer em outras partes dos olhos, até na pálpebra. Normalmente não costuma alterar esteticamente, mas piora a visão do paciente. O exame ocular envolve a análise das pupilas e o oftalmologista normalmente pede um ultrassom ocular, para confirmar o diagnóstico e medir o tumor.

QUAIS SINTOMAS DEVEMOS FICAR ATENTOS?

Os sinais das metástase coroide são raros, é mais comum ter algum sintoma se a metástase estiver no olho ou nas pálpebras, por exemplo. Nos casos de melanoma ocular, que também pode ser proveniente de metástase, pode haver alteração no tamanho ou forma da pupila, além do surgimento de pontos mais escuros na íris. Assim, se a metástase estiver localizada atrás do olho (na órbita), o globo ocular poderá ficar visivelmente deslocado para fora ou para o lado. Se estiver dentro do olho, que é a mais comum, os pacientes com metástase podem apresentar sintomas de luzes piscantes, pontos flutuantes ou distorção da visão.

E O TRATAMENTO?

Se a paciente tiver histórico de câncer de mama, esse diagnóstico deve ser feito a partir de qualquer sintoma visual. Uma avaliação oftalmológica completa, auxiliada por ultrassonografia, tomografia computadorizada ou ressonância magnética, geralmente confirma o diagnóstico. Já o tratamento deve ser feito o mais rápido possível, e pode aliviar os sintomas e controlar a doença. Quanto mais cedo o diagnóstico, maior a probabilidade de êxito no tratamento e qualidade de vida da paciente, diminuindo o risco de sequelas.

Você conhece alguém que teve câncer de mama ou tem alguma outra dúvida sobre metástase ocular? Entre em contato com a gente e marque uma consulta! Nossos oftalmologistas estarão dispostos a te ajudar no que for possível.

IOSG | Há 40 anos trazendo mais detalhes em sua vida!

Fontes:
Merrill, C. F., Dimitrov, N. V. e Kaufman, D. I., “Breast cancer metastatic to the Eye is a common entity”.

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Pterígio é perigoso? Saiba tudo sobre!

A famosa “carninha” do olho, cujo termo médico é PTERÍGIO, é, na verdade, uma formação carnosa da conjuntiva que se expande na córnea. Parece grego? Calma, a gente te explica! Na maioria dos casos, o pterígio não provoca sintomas graves, sendo mais uma preocupação cosmética. Entretanto, na pior das hipóteses, pode causar irritação ou distorção da forma da córnea, e isso sim afeta a qualidade da visão do paciente.

MAS DE ONDE VEM O PTERÍGIO?

Um PTERÍGIO é um crescimento triangular de um tecido carnoso da conjuntiva, a membrana que reveste a pálpebra e cobre o branco do olho, que se expande na córnea. Com esse crescimento, ele pode se espalhar e distorcer o formato da córnea, induzindo astigmatismo e alterando a força refrativa do olho.

Como é uma extensão carnosa, podemos dividir o pterígio em três partes: a cabeça, a parte corneana; o corpo, a chamada parte conjuntival, que é a porção mais vascularizada e espessa do tecido; e o pescoço, que une as duas partes. Além disso, ele também pode se apresentar de três maneiras, usualmente:
– Tipo I: que apresenta o corpo bem definido e a cabeça avança sobre a córnea menos do que 2 mm;
– Tipo II: quando se estende sobre a córnea por cerca de 2 a 4 mm podendo induzir ao astigmatismo e redução da visão;
– Tipo III: que ele avança sobre a córnea por mais de 4 mm, entrando na zona óptica e causando uma perda maior de visão.

Os sintomas relatados pelos pacientes envolvem olhos vermelhos, ardor, queimação, irritação, fotofobia e sensação de corpo estranho nos olhos. Por causa da irregularidade da superfície da conjuntiva, a lacrimação pode ser afetada, por isso é necessário, em alguns casos, o uso de colírios lubrificantes. Na verdade, a maior parte das pessoas que tem pterígio e vão procurar tratamento é por fins estéticos.

QUAL A DIFERENÇA ENTRE PTERÍGIO E PINGUÉCULA?

A PINGUÉCULA também é um tecido que cresce como uma área elevada, de cor meio branco-amarelada. No entanto, diferente do pterígio, essa formação carnosa cresce junto à córnea, e não por cima dela. Apesar do desconforto, normalmente não causa nenhum problema significativo e não precisa ser extraído. Portanto, pinguécula e pterígio têm consequências diferentes

E O TRATAMENTO?

É mais comum observar pessoas com pterígio que residem em lugares quentes e secos, por isso os médicos aconselham proteger os olhos contra o sol, vento e poeira. Como já foi dito, são poucos casos que levam às consequências mais graves do pterígio, porém é indicado o uso de lágrimas artificiais, e se há inflamação, o uso de pomadas ou gotas de corticoides, por um curto período, para aliviar os sintomas.
Com relação à remoção cirúrgica, ela só é indicada quando o tecido progride em direção à pupila, alterando o eixo visual, ou quando há irritação ocular excessiva, principalmente quando os sintomas persistem apesar do tratamento clínico, e o uso de lentes de contato, por exemplo, é afetado. A cirurgia não é complicada e a taxa de recorrência do pterígio é baixa.


Você conhece alguém que tenha pterígio ou tem alguma outra dúvida sobre isso? Entre em contato com a gente e marque uma consulta! Nossos oftalmologistas estarão dispostos a te ajudar no que for possível.

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Fontes:
Melvin I. Roat, “Pinguécula e pterígio”, Manual MSD.

Netto P., “Pterígio: a famosa “carninha” no olho”, PEBMED.

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#Pracegover: sabia que o IOSG faz parte desse movimento de inclusão?

Se você é uma pessoa antenada nas redes sociais, principalmente no Facebook, já deve ter visto a campanha que usa esta hashtag “#PraCegoVer”! Mas você sabe do que se trata? Bom, nós do IOSG também aderimos a este movimento que tem como objetivo ajudar os deficientes visuais a se incluírem ainda mais no nosso mundo digital. E isso acontece por meio da descrição das imagens postadas. Ficou curioso pra saber mais dessa mobilização? A gente te conta!

QUEM E PORQUE COMEÇOU O #PRACEGOVER?

A ideia (brilhante) da campanha foi da baiana Patrícia Silva de Jesus, ou então, como ela é conhecida, Patrícia Braille. Sendo coordenadora de Educação Especial no estado da Bahia e especialista em acessibilidade para deficientes visuais, a Patrícia entende muito bem das dificuldades dessas pessoas para usar as redes sociais, já que o que “rege” esse mundo digital são, sem dúvidas, as imagens e fotografias. E daí surgiu a ideia do projeto. A hashtag #PraCegoVer serve para conscientizar e mobilizar as pessoas a inserirem descrição das imagens que elas postam em suas redes, e assim TODOS ficam sabendo da vida online!

MAS COMO ISSO FUNCIONA?

Existem vários programas de acessibilidade para deficientes visuais no computador e também nos smartphones que descrevem, através de áudios, o que está se passando no aparelho. Seja para usar um aplicativo, fazer ligação, ou escrever um texto, por exemplo. No entanto, com relação às redes sociais, nem sempre esses programas conseguem descrever uma fotografia ou imagem postada. Assim, com essa “legenda”, que funciona como uma audiodescrição, os cegos podem usar suas mídias sociais de maneira inclusiva, sabendo o que está acontecendo!
A idealizadora do projeto defende que no Brasil existem quase 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual, e cerca de 585 mil são totalmente cegas. É muita gente para ficar de fora desse mundo digital que vivemos! Segundo a Patrícia, já que essas pessoas têm uma vida como a de qualquer outra pessoa, comendo, vestindo, trabalhando, assistindo TV, por que não usar o Facebook? Nós não devemos ignorar as pessoas deficientes, mas sim fazer o possível para incluí-las no nosso cotidiano.

E, POR ÚLTIMO, COMO EU FAÇO PRA PARTICIPAR?

Aqui vão dicas importantes para fazer a audiodescrição das suas imagens:

1º) Use a hashtag #PraCegoVer no início da frase;
2º) Anuncie o tipo da imagem: fotografia, ilustração, tirinha, cartum etc.;
3º) Comece descrevendo a imagem da esquerda para a direita, de cima para baixo, já que essa é a ordem natural de escrita e leitura ocidental;
4º) Informe as cores da imagem. Por exemplo: fotografia em tons de cinza, sépia ou preto e branco. Não precisa informar que a fotografia é “colorida”, já que você vai dizer as cores dos elementos da imagem, e aí a indicação é redundante.
5º) Descreva todos os elementos de um determinado ponto da foto e só depois passe para outro ponto, criando uma sequência;
6º) Tente usar frases curtas e objetivas;
7º) O ideal é começar pelos elementos menos importantes, o que contextualiza a cena, e depois chegue no ponto chave da imagem.


Maravilhoso, não é? Faça parte você também dessa campanha! Vamos enxergar TODAS as possibilidades!
No sábado, dia 21 de setembro, foi o DIA NACIONAL DE LUTA DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA. Não fique de fora, essa luta também é nossa. Lutar pela acessibilidade é para todos!

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IOSG de olho na ciência: estimulação do NERVO ÓPTICO em CEGOS

Existem quase 40 milhões de CEGOS no mundo. Sim, é um número extremamente grande, porque são muitos fatores que induzem a cegueira, como genética, descolamento de retina, trauma, acidente vascular cerebral no córtex visual, glaucoma, catarata, inflamação ou infecção ocular. Alguns tipos de cegueira são temporárias e podem ser tratadas clinicamente para a recuperação da visão. Outras, infelizmente não são reversíveis…

“MAS COMO VOCÊ AJUDA ALGUÉM QUE É PERMANENTEMENTE CEGO?”

Foi essa pergunta que motivou cientistas italianos e suíços! Eles estão desenvolvendo tecnologia para os cegos que ignora completamente o globo ocular e envia mensagens diretamente ao cérebro através da estimulação do nervo óptico. Para isso, eles criaram um novo tipo de eletrodo intraneural chamado OpticSELINE.

COMO ELES PENSARAM NISSO?

A ideia deles foi produzir “fosfenos”, ou seja, a sensação de ver manchas luminosas, causada pela estimulação mecânica, elétrica ou magnética da retina ou do córtex visual, sem “ver” a luz diretamente. Para ficar mais claro, um exemplo de fosfeno são os padrões luminosos que aparecem quando a pálpebra é esfregada com bastante pressão, e então formam-se “estrelinhas”.
Pensando nisso, os cientistas priorizaram a criação de um implante cerebral que estimula o córtex visual diretamente, já que, frequentemente, o nervo óptico e o caminho para o cérebro da maioria dos cegos estão intactos. Assim, eletrodos intraneurais são estáveis e menos propensos a se movimentar quando implantados em um indivíduo e, quando estimulados, podem fornecer informações visuais ricas a estes pacientes.

E COMO ESTE APARELHO FUNCIONA?

Os pesquisadores projetaram o OpticSELINE que é um conjunto de 12 eletrodos intraneurais. Os cientistas fornecem uma corrente elétrica ao nervo óptico através OpticSELINE e medem atividade cerebral no córtex visual. De acordo com as pesquisas, eles mostram que cada eletrodo induz um padrão específico de ativação do cérebro, e isso significa que o estímulo causado pelo OpticSELINE no nervo óptico está transmitindo informações.
É claro que o estudo ainda é promissor e faltam algumas análises clínicas dos pacientes que fizeram o tratamento. Porém é fato que esta estimulação intraneural tem o potencial de fornecer padrões visuais informativos. Segundo os pesquisadores, um ser humano deve utilizar um OpticSELINE com 48 até 60 eletrodos, usando a nossa tecnologia atual. O que eles dizem é que isso ainda não é o suficiente para restaurar completamente a visão, mas esses sinais visuais limitados são extremamente importantes para fornecer uma ajuda visual na rotina diária.


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Fonte:
Ecole Polytechnique Fédérale de Lausanne, ScienceDaily, “Optic nerve stimulation to aid the blind“.

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O que nós podemos fazer pelos seus olhos?

O Instituto de Olhos Santa Genoveva, ISOG, é referência em tratamento oftalmológico no Triângulo Mineiro, e, desde 1978, é um centro ocular altamente qualificado e pronto para cuidar da saúde dos olhos de Uberlândia e região. Contamos com uma equipe clínica de excelentes oftalmologistas especializados no tratamento de diversas doenças oculares, cujo principal objetivo, além de cuidar da sua saúde, é transmitir confiabilidade e segurança, proporcionando melhor atendimento, conforto e sua total satisfação.

Além dos profissionais especializados, o IOSG também conta com instalações preparadas para a realização de exames específicos e procedimentos cirúrgicos, o que facilita ainda mais a progressão do tratamento. Com tudo isso, você pode ficar despreocupado com a saúde dos seus olhos e da sua família, confira a seguir as nossas especialidades:

CATARATA

A catarata é a opacidade de uma lente natural que temos dentro do olho, chamada de cristalino. Apesar de, em casos raros, ser possível já nascer com catarata (congênita), geralmente é causada pelo próprio envelhecimento, principalmente após os 60 anos de idade. Outras causas de catarata são: uso de algumas medicações (principalmente a base de corticoides), trauma no olho, diabetes, inflamações e infecções. O único tratamento para a catarata é a cirurgia.

Aqui no IOSG temos uma estrutura completa que proporciona aos nossos pacientes conforto, atendimento de qualidade e segurança desde procedimentos simples, até de alta complexidade. Nossa equipe conta com oftalmologistas especializados em catarata, com grande experiência, atualizados e preparados sobre as mais recentes e modernas técnicas no âmbito da cirurgia de catarata. Tudo isso, associado ao constante investimento em tecnologia, sempre em busca dos melhores resultados. A cirurgia é muito segura, com pequena incidência de complicações.

CERATOCONE

Ceratocone é uma doença não inflamatória que leva a distorção da córnea, uma estrutura transparente, que deveria ser quase esférica e regular, e é localizada na parte da frente do globo ocular pela qual os raios luminosos penetram e são captados pela retina. Com esta alteração, qualidade da imagem que chega à retina é reduzida, e pode levar a uma perda considerável da visão.

Essa irregularidade, na maioria dos casos, causa baixa visual não recuperável com óculos, isto é, mesmo com um bom exame de refração a acuidade visual não é boa. As lentes de contato (LC) rígidas ou gelatinosas especiais costumam propiciar boa visão, pois simulam uma nova superfície corneana regular. A evolução da doença pode levar o paciente a ser intolerante às LC e necessitar de um procedimento cirúrgico como anel intracorneano (Anel de Ferrara). O transplante de córnea é realizado somente em 10% dos casos, quando a progressão provoca cicatrizes corneanas ou quando a visão não é satisfatória com os tratamentos anteriores. O IOSG, além de ter oftalmologistas experientes na detecção e controle do ceratocone, possui os melhores equipamentos para a sua avaliação e diagnóstico.

CÓRNEA

Podemos chamar a córnea como a “janela” do olho, já que ela se localiza na região mais externa do olho. Muitas situações podem ocasionar perda da função normal desta estrutura, ocasionando diminuição da transparência ou regularidade e, consequentemente, levar a baixa visão. Questões genéticas, ambientais, alérgicas, infecciosas ou mesmo disfunção na qualidade e quantidade da lágrima, são causas das principais doenças que acometem a córnea. Dentre estas, podemos citar o Ceratocone, a Síndrome do Olho Seco, as ceratites infecciosas (vírus, bactérias e outros parasitas), as distrofias corneanas (doenças genéticas), o trauma ocular, todas podendo ocasionar graves sequelas se não tratadas a tempo.

Atualmente, por conta da notável evolução dos tratamentos e novos medicamentos, todos estes problemas podem ser manejados com sucesso, exceto em raras exceções. Como exemplo, podemos citar o Transplante de Córnea, que tem atingido um nível de refinamento na técnica surpreendente nas últimas décadas. Os médicos especialistas do IOSG realizam todas as variantes reconhecidas nacional e internacionalmente, desde o tradicional transplante penetrante até as técnicas lamelares mais avançadas, substituindo apenas a camada doente da córnea por um tecido doador saudável.

CIRURGIA A LASER

A Cirurgia Refrativa a laser é o procedimento cirúrgico para correção dos erros refracionais (miopia, hipermetropia, astigmatismo e presbiopia), realizada através de um equipamento chamado Excimer Laser. A avaliação do médico oftalmologista especialista em Cirurgia Refrativa e os exames de última geração permitem elevado grau de precisão e segurança desse procedimento cirúrgico.

Para a análise dos candidatos à cirurgia, é necessário um exame oftalmológico completo: refração adequada, topografia, estudo de mapas paquimétricos e tomográficos da córnea, avaliação do cristalino, estado da retina, pressão intraocular, entre outros. E você pode contar com os médicos da IOSG para um atendimento eficaz e personalizado. Além disso, priorizamos o investimento em tecnologia em procedimentos e exames clínicos.

ESTRABISMO

O estrabismo é considerado um defeito de posicionamento dos olhos, ou seja, quando o olhar está numa direção num olho e em outra no outro olho. A falta de alinhamento entre os olhos pode ser notada constantemente ou apenas em alguns momentos. Enquanto um olho fixa em frente, o outro desvia para dentro ou para fora, para cima ou para baixo. É mais comum em crianças, mas pode ocorrer em adultos.

É importante destacar que o estrabismo não desaparece com o crescimento, mas pseudoestrabismo (falso estrabismo), sim. Portanto, quanto mais precoces forem o exame e o tratamento, melhor será o resultado.

Não são todos os casos que necessitam de cirurgia, em alguns casos o tratamento pode ser feito por uso de óculos e exercícios. No entanto, se for indicada cirurgia, quanto mais cedo for feita, melhor a chance de a criança desenvolver visão normal. Por isso, deve-se sempre se consultar com um oftalmologista regularmente, para a avaliação e diagnóstico precoce de doenças oculares como o estrabismo.

GLAUCOMA

O glaucoma é denominado como um grupo de doenças que danificam o nervo óptico e podem resultar em perda de visão e cegueira. Mas isso pode ser evitado com a detecção e tratamento precoces, e o IOSG tem uma equipe médica especializada disponível para te atender e oferecer o melhor tratamento e prevenção contra este mal.

O tipo de glaucoma mais comum é o crônico, também chamado de ângulo aberto. Nesse tipo, o líquido que nutre as células do globo ocular e passa por uma malha que fica no ângulo aberto entre a córnea e a íris, acaba fazendo o percurso mais lentamente. Daí se acumula na região e aumenta a pressão intraocular, danificando o nervo óptico. Se não houver tratamento, a perda da visão é gradual e indolor, e pode evoluir para a perda de visão lateral, como se a pessoa estivesse vendo por um buraco de fechadura, e, mais gravemente, para a cegueira.

PLÁSTICA OCULAR

Plástica nos olhos? Esta é uma subespecialidade na oftalmologia que estuda e trata afecções nas pálpebras, cílios e supercílios, bem como vias lacrimais e órbita. São estruturas que dão sustentação e proteção ocular, portanto, quando sofrem alterações, podem interferir diretamente na saúde ocular e qualidade de vida do paciente. Daí a importância de serem conduzidas por profissional que compreenda detalhadamente a anatomia e funcionamento dos seus olhos.

No IOSG você encontra profissionais especializados neste tipo de intervenção ocular, que atua desde o excesso de pele sobre os olhos, bolsas de gordura, rugas na região frontal da face, até a correção do mau posicionamento palpebral (ectrópio, entrópio, ptose), dos cílios e supercílios, desobstrução de vias lacrimais e tratamento clínico ou cirúrgico de tumores orbitopalpebrais. A plástica ocular reestabelece o contorno da pálpebra, melhora da expressão do olhar e da aparência, além de reparar alterações de cunho genético, causadas por traumas ou inflamações ou pelo próprio envelhecimento.

RETINA

A retina é uma fina camada de células que reveste a parte mais interna do olho. Ela é responsável por transformar o estímulo luminoso num estímulo neurológico que é transmitido ao nervo óptico. Por sua vez, o nervo óptico leva estas informações para o cérebro que, após seu o processamento, se transforma no que chamamos de visão. A retina ainda não pode ser transplantada ou “trocada”, por isso qualquer dano que ocorra com ela, pode ser irreversível. As doenças oculares que envolvem a retina mais comuns são a Degeneração Macular Relacionada à Idade, Descolamento de Retina, Membrana epirretiniana, Retinopatia diabética, Oclusões Venosas Retinianas, Retinoblastoma, Doenças inflamatórias, como as Uveítes, Buraco Macular, Distrofias Retinianas e outras.

Essas doenças da retina podem ser graves e, se não tratadas a tempo, podem levar a uma cegueira irrecuperável. Por isso, no IOSG você encontra oftalmologistas especializados em retina, os retinólogos, profissionais com ampla experiência que te proporcionarão um atendimento personalizado e tratamento de ponta.

OUTRAS DOENÇAS

Além dessas, doenças oculares como Ambliopia, Calázio, Doenças da Esclera, Presbiopia e Pterígio ainda são muito comuns e, como já foi dito anteriormente, aqui você encontra profissionais de altíssima qualidade e experiência para te atender da melhor maneira possível.


Quer saber mais? Entre em contato com a gente e marque uma consulta! Nossos oftalmologistas estarão dispostos a te ajudar no que for possível e solucionar suas dúvidas. Além disso, você pode saber mais sobre as doenças oculares aqui.


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