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Terceira idade tem cuidados oculares específicos! Confira

A terceira idade por si só já vem cheia de cuidados específicos, e com os olhos não é diferente. Os problemas na visão podem surgir em qualquer idade, no entanto, são mais frequentes nos idosos. Por este motivo, se prevenir fazendo check-ups anuais com um oftalmologista é tão importante!

Apesar de muitas condições oculares recorrentes na terceira idade serem consideradas normais pelos médicos (por causa do desgaste de estruturas, acúmulo de substâncias, entre outros), é importante deixar claro que a prevenção, além de evitar o surgimento de novas doenças oftalmológicas, também interfere, em alguns casos, na gravidade das consequências destas doenças no organismo.

Então, você sabe quais são as doenças oculares mais comuns nesta faixa etária e como prevení-las? E quais são as doenças crônicas sistêmicas que também podem interferir na qualidade da sua visão? Confira!

COMO O ENVELHECIMENTO CAUSA PROBLEMAS NA VISÃO?

Na verdade, o envelhecimento aumenta o risco de algumas condições oculares que interferem na visão. Alguns quadros como diabetes, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares e metabólicas aumentam o risco de doenças oculares relacionadas à idade.

Além disso, com o passar dos anos, a decaída na qualidade da visão pode também piorar quadros de depressão e ansiedade. Como? Simples, muitos idosos, por não enxergarem muito bem, acabam ficando com medo de cair, o que, associado com a perda de equilíbrio e mobilidade restrita, podem levar à alterações na marcha, que desencadeia outros problemas ortopédicos.

Desse modo, é sempre bom lembrar que manter um estilo de vida saudável, com alimentação balanceada e prática de exercícios físicos colabora, e muito, para uma qualidade maior na saúde em geral. E, claro, fazer exames regulares, tomar suplementos vitamínicos – com aval médico – e também colaboram para prevenir algumas doenças oculares.

ENTÃO, QUAIS DOENÇAS OCULARES SÃO “NORMAIS” EM IDOSOS?

Como já dito anteriormente, algumas doenças oculares são consideradas normais em idosos por causa do próprio desgaste físico causado pelo envelhecimento. No entanto, algumas situações podem potencializar o risco delas acontecerem, como alterações hormonais, fumo, consumo excessivo de açúcar, por exemplo. Aqui vai uma lista com essas doenças oculares mais frequentes:

1. SÍNDROME DO OLHO SECO

A diminuição da produção natural de lágrimas é muito comum, tanto que 75% das pessoas com mais de 65 anos apresentam secura dos olhos devido à isto. Porém, olhos secos também podem ser causados, ou agravados, pelo:
• fumo;
• ingestão de café;
• alterações na menopausa;
• uso de computador;
• uso excessivo de açúcar;
• desidratação e alergias.
Contudo, olhos secos também podem ser sintoma de algumas outras condições clínicas, como diabetes ou doenças autoimunes. Nesses quadros, as lágrimas artificiais são às vezes prescritas mas servem apenas como alívio temporário e podem exacerbar o problema.

2. PRESBIOPIA E HIPERMETROPIA
A presbiopia é um tipo de erro refrativo na visão em que ocorre a disfunção do foco da imagem relacionado à idade. Este borrão na visão de perto influi diretamente na qualidade do trabalho fino, como ler e costurar, por exemplo. Isso acontece, muitas vezes, pelo aumento da rigidez no cristalino, a lente do olho, o que dificulta a manutenção do foco da imagem. A hipermetropia, outro erro refrativo que dificulta a visão de perto, é, na verdade, causada por influências herdadas e ambientais na forma do globo ocular. Em ambos os casos, óculos e/ou cirurgia podem ser recomendados.

3. REDUÇÃO DA PUPILA
Normalmente decorrente de alterações neurológicas, o tamanho reduzido da pupila faz com que pessoas idosas respondam menos às mudanças na iluminação ambiente. Como a resposta às alterações de luz é mais lenta, essas pessoas precisarão de mais luz para leitura e de proteção adequada contra a luz solar intensa.

4. PERDA DA VISÃO PERIFÉRICA
Antes de tudo, vale lembrar que a perda de visão periférica também pode ser sintoma de quadros mais graves, como o glaucoma, por exemplo. Todavia, é comum que, ao chegar aos 70 anos, ocorra uma redução de 20 a 30% no campo de visão.

5. ENXERGAR MENOS CORES
Também sendo decorrente de alterações nervosas e nas células da retina, o fato de enxergar menos cores é considerado comum nos idosos. Porém, da mesma maneira que o problema anterior, é preciso se assegurar através de um diagnóstico preciso, que este não é outro sintoma de problemas mais graves, como o descolamento de retina.

E AS DOENÇAS MAIS GRAVES?

As condições oculares mais graves sempre envolvem outros problemas sistêmicos, comumente a hipertensão arterial e diabetes. As doenças mais frequentes consideradas graves são o Glaucoma, Catarata, Retinopatia diabética e Degeneração macular relacionada à idade.

Independente da gravidade da doença, é importante, mais uma vez, deixar claro a necessidade de se consultar frequentemente com um oftalmologista e manter um estilo de vida saudável. Ainda mais se você tem algum caso dessas doenças na família! Prevenir é sempre melhor do que remediar.


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Fonte:
“Prevenção Ocular”. Disponível em: http://www.schaefer.com.br/2016-04-08-15-13-56/prevencao-ocular-2/137-cuidados-com-a-visao-na-terceira-idade.html

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2020 será um ano de ver mais além! Veja como aqui

Bom, o ano realmente já começou! Temos certeza que você deve ter separado alguns minutinhos antes da virada para planejar ou sonhar com os próximos meses. Esperamos que, dentre seus itens na lista de objetivos, “enxergar bem” e “manter os olhos saudáveis” sejam prioridades.

Infelizmente, segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e a Agency for Prevention of Blindness (IAPB), existem cerca de 253 milhões de pessoas no mundo cegas ou com baixa visão. A pior parte é que muitos desses casos isso poderia ser evitado com ações preventivas efetivas e acompanhamento médico durante o tratamento.
Por isso, para fugir dessa estatística, nós separamos algumas dicas simples – mas que fazem toda a diferença – para você manter o funcionamento correto dos olhos:

– Piscar mais vezes: quando não piscamos corretamente, os olhos tendem a ressecar e sofrer com a falta de lubrificação. Isso aumenta as chances de irritação, coceira, alergias oculares e expõe os olhos a infecções, já que as lágrimas têm um considerável potencial de defesa.

– Parar de fumar: este hábito não é legal. Para se ter uma ideia, a fumaça do cigarro está ligada à queda das pálpebras, aumento dos sintomas de olho seco e alergias oculares, diminuição da produção e qualidade das lágrimas e um risco maior de desenvolver glaucoma e catarata.

– Dosar o consumo de açúcar: o acúmulo de açúcar nos vasos sanguíneos é capaz de alterar diversas estruturas do globo ocular e causar, entre outros problemas, a retinopatia diabética, uma doença agressiva que pode levar à cegueira.

– Alimentar-se bem: invista em uma dieta balanceada, rica em peixes com ômega 3 (atum, salmão e sardinha) e vitaminas A, B, D e E (cenoura, tomate, couve, mamão, espinafre, caju, entre outras frutas, verduras e legumes de cor laranja, verde-escuro e amarelo). Esses nutrientes fortalecem os olhos e previnem, dentre outras doenças, a degeneração macular relacionada à idade.

– Não coçar os olhos: esse hábito instintivo pode até parecer inofensivo, entretanto é capaz de provocar lesões nas estruturas oculares, especialmente a córnea, além de aumentar os riscos de infecção e alergias por bactérias e demais impurezas. Sentir coceira em excesso pode ser um sinal de que há algo de errado com os olhos. Consulte um oftalmologista.

– Tomar cuidado no uso de maquiagens: não durma sem remover a maquiagem dos olhos e região periocular, pois esses produtos podem irritar essa área e trazer complicações. Se possível, adote produtos antialérgicos e sem conservantes.

– Praticar atividades físicas: além de beneficiar o corpo de maneira geral, os exercícios físicos regulares e com moderação são importantes para melhorar a circulação sanguínea, transporte de oxigênio e nutrição das estruturas oculares, mantendo a visão saudável e prevenindo doenças.

– Tomar cuidado com as lentes de cuidado: esses acessórios demandam muita disciplina e higiene para não agredir os olhos e ajudar na recuperação da visão nítida. Dessa forma, lave bem as mãos com água e sabão antes de manuseá-las e higienize-as com os produtos recomendados pelo fabricante. Além disso, fique atento(a) ao prazo de validade e respeite as orientações do oftalmologista.

Por último, mas não menos importante, você deve se consultar frequentemente com um oftalmologista. O check up oftalmológico deve ser, no mínimo, anual, pois é capaz de analisar as condições visuais e identificar possíveis doenças quando ainda não aparecem os sintomas. E aí? Ano novo, vida nova? Que tal, olhos saudáveis também?


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Fonte:
Conselho Brasileiro de Oftalmologia, CBO, Revista Veja Bem, “Simples Ações que Previnem Problemas Oculares”. Disponível em:
http://www.cbo.net.br/novo/publicacoes/vejabem_04.pdf

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Férias Escolares: hora de ir ao oftalmo!

Fala sério, a melhor parte de ser criança é aguardar ansiosamente pelas férias escolares! Um tempo de brincadeiras, viagens e construção de memórias inestimáveis. Pode até ser que os pais e responsáveis fiquem, assim digamos, de “cabelo em pé”, mas que é gostoso construir juntos essas lembranças maravilhosas, isso é!

Bom, com todo esse tempo livre, por que não aproveitar para fazer alguns exames preventivos? Afinal, a saúde do seu filho deve vir em primeiro lugar, certo? Assim, é superimportante usar essa flexibilidade de horários para fazer o check up anual dos pequenos. E a saúde ocular deles não deve ficar de fora não!

A EXPOSIÇÃO FREQUENTE ÀS TELINHAS E TELONAS PODE SER UM RISCO PARA A VISÃO?

Sim, na verdade, com toda essa exposição da nova geração à dispositivos e telas em HD, é preciso ter muito cuidado com relação a quantidade de tempo em que eles passam olhando pra TV, computadores, videogames portáteis e celulares. Os dados com relação aos danos causados por esses dispositivos à nossa visão ainda estão sendo analisados pelos grandes pesquisadores, que dirá ainda no desenvolvimento ocular das crianças. Portanto, é sempre bom prevenir do que remediar, aproveite esse tempinho extra para levar as crianças ao oftalmologista!

De acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, por exemplo, 20% das crianças em idade escolar apresentam distúrbios oftalmológicos por conta dos erros refrativos (miopia, hipermetropia e astigmatismo). E, dentro deste grupo, cerca de 5% dessas crianças apresentam redução grave de acuidade visual. Isso, se não tratado, pode trazer sérias consequências, até a cegueira.

QUAIS SÃO OS PROBLEMAS DE VISÃO MAIS COMUNS EM CRIANÇAS?

Dentre as crianças e adolescentes, os problemas de visão mais comuns são os erros refrativos. E, de acordo com o último levantamento da Organização Mundial da Saúde, 80% dos casos de deficiência visual no mundo poderiam ser evitados, por serem possíveis de prevenir e tratar, quando diagnosticadas a tempo. Além disso, a OMS também estima que 12 milhões de crianças em todo o mundo se beneficiariam pela simples prescrição de óculos. Dessa forma, fica claro o quão importante é o exame oftalmológico em crianças. Através desse exame, outras doenças oculares podem ser detectadas além dos erros refrativos, tais como catarata infantil, glaucoma, estrabismo, alterações da retina (fundo de olho) e muitas outras.

E isso não deve ser feito apenas na idade escolar não! As crianças devem ser levadas ao oftalmologista desde pequeninas. Exames como o Teste do Olhinho, por exemplo, podem evitar sérias consequências, muitas vezes irreversíveis, na visão dos pequenos. Às vezes, malformações congênitas são difíceis de serem notadas pelas crianças, até porque elas nunca enxergaram de outra maneira mais nítida, por isso é tão importante a atenção dos pais e a avaliação de um especialista nesta fase.


Deu pra perceber que isso é assunto sério, não é? Por isso, não deixe pra depois! Entre em contato com a gente e marque um atendimento.

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Fonte:
Dr. Galton Carvalho Vasconcelos, Brazil Health, Estadão, “Férias escolares – hora de ir ao oftalmologista!” Disponível em:
http://www.brazilhealth.com/Visualizar/Artigo/164/Ferias-escolares—hora-de-ir-ao-oftalmologista?AspxAutoDetectCookieSupport=1

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Dica de brincadeira para seus filhos entenderem como funcionam os OLHINHOS!

Conhecer um mundo novo, estar aberto à novas experiências, tudo isso cheio de pureza e inocência… É assim que deveria ser com todas as crianças do mundo! Para te ajudar nessa jornada cheias de responsabilidades em que você deve mostrar o mundo inteiro para o seu bebê, nós do IOSG separamos algumas dicas para você introduzir este mundo novo na vida do seu pequeno! Espia só:

1º EXPERIMENTO: UM BURACO NA MÃO?

Você vai precisar de uma folha de papel.
1. Enrole a folha de papel no formato de um tubo;
2. Coloque o tubo na frente de um dos olhos, mas mantenha ambos abertos, e olhe diretamente para frente;
3. Com a mão que está livre (não aquela que está segurando o tubo), posicione-a com a palma virada para o rosto e em frente ao olho que não está com o tubo de papel. Mova delicadamente a mão mais próximo ao tubo. Lembre-se que a mão livre não deve sobrepor o tubo de papel, você deve conseguir ver através dele.

E por que isso acontece?
Seu cérebro pega informações de ambos os olhos para criar uma imagem. Um olho vê um buraco e o outro vê uma mão. Quando o cérebro usa as imagens juntas, você vê uma mão com um buraco nela.

2º EXPERIMENTO: OS LÁPIS DEVEM SE TOCAR?

Você vai precisar de dois lápis.
1. Feche um dos olhos;
2. Tente segurar os dois lápis horizontalmente em frente ao seu rosto. Depois disso, tente tocar as pontas dos lápis, sempre mantendo um olho fechado;
3. Agora faça isso novamente, mas com os olhos abertos. É bem mais fácil desse jeito, não?
Por que isso acontece?
Ter dois olhos ajuda a julgar profundidade e distância. Você consegue pensar em outras atividades que seriam difíceis com apenas um olho?


Legal, não é mesmo? Isso ajuda as crianças a terem uma maior noção do espaço e com as informações certas, elas entenderão muito mais como nosso cérebro processa as imagens que vemos!

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Fonte:
National Eye Institute, NEI, “Cool Eye Tricks”. Disponível em:
https://www.nei.nih.gov/learn-about-eye-health/nei-for-kids/cool-eye-tricks

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Seu filho ganhou presente com luzes ou lasers? Saiba como proteger seus olhinhos

A utilização incorreta desses produtos pode causar lesões oculares graves e, em alguns casos, até cegueira para qualquer pessoa que estiver no raio de alcance da luz.

Como as lesões causadas pelo laser não machucam na hora, danos na visão podem demorar alguns dias ou semanas para aparecer. Isto é perigoso porque o fato de não causar nenhuma “dor imediata” faz com que as pessoas continuem usando esses lasers de maneira errada e, infelizmente, pioram a situação. Colaborando, e muito, para danos permanentes na visão.

QUAIS TIPOS DE BRINQUEDOS DEVO FICAR ATENTO?

É evidente que existem uma infinidade de brinquedos com lasers, desde aqueles muito infantis, até os que parecem réplicas de armas ou objetos de colecionador. Segundo a Administração Americana de Alimentos e Medicamentos (do inglês, FDA), os responsáveis devem se atentar para brinquedos com:

– Lasers montados em armas que podem ser usadas para “mirar”;
– Piões que projetam raios laser enquanto giram;
– Lasers usados como “espadas”, como os “sabres de luz”;
– Lasers destinados a entretenimento que criam efeitos ópticos em uma sala aberta.

Além dos produtos com lasers vendidos como brinquedos, vale lembrar que ponteiras de apresentação, ou passadores de slides, ou qualquer objeto que faça uso desta tecnologia, pode ser perigoso se usado incorretamente. Portanto, ainda mais com as crianças, todo cuidado é pouco.

COMO FUNCIONA A REGULAMENTAÇÃO DESSES LASERS?

Assim como o FDA nos Estados Unidos, o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia, INMETRO, no Brasil, tem a função de regulamentar os produtos vendidos à população. No caso dos brinquedos, a fiscalização deve ser ainda maior para assegurar que os lasers sejam disparados numa escala segura para crianças.

Na verdade, o laser, em geral, cria um feixe poderoso e direcionado de radiação eletromagnética, sendo usado em muitos artigos, desde tocadores de música e impressoras até ferramentas para cirurgia ocular. Os institutos nacionais de regulamentação devem definir padrões de segurança contra radiação que os fabricantes devem atender, segundo a finalidade de cada produto.

No caso dos brinquedos, a fiscalização deve ser ainda maior pelo fato das crianças não saberem dos perigos oculares que eles podem causar ao serem usados de maneira errada. Mesmo com o cuidado dos pais ou responsáveis, muitas vezes, por serem destinados a crianças, os adultos acabam acreditando que esses objetos são seguros para usar de qualquer maneira. E isso não está correto. Nesse sentido, é extremamente válido ler o manual de instruções sempre.
As regulamentações de níveis de radiação e luz são definidas pela Comissão Eletrotécnica Internacional (CEI).

Existem normas a serem seguidas de acordo com cada segmento da indústria e, no caso dos brinquedos ou objetos de uso doméstico, não devem exceder os limites da Classe 1, o nível mais baixo em produtos regulamentados. É claro que os lasers usados para fins industriais e outros necessitam de níveis mais altos de radiação de acordo com as funções pretendidas, e, assim, seguem seus devidos protocolos de proteção.

Com relação aos lasers de ponteiras ou passadores de slides, aqueles que são usados em reuniões de negócios ou no ensino superior para ajudar a ilustrar apresentações, aumentaram cerca de 10 vezes ou mais o poder de luz e radiação na última década. Por isso, mais uma vez, deve-se ficar atento ao uso recreativo e sem supervisão desses equipamentos, que muitos julgam ser “inofensivos”, pelas crianças em casa.

E QUAL A MELHOR MANEIRA PARA USAR ESSES PRODUTOS?

Lembre-se de que os produtos a laser geralmente são seguros quando seguem os limites legais e são usados conforme as instruções. Porém, os lasers podem causar danos se não forem usados adequadamente, ou pior, se o brinquedo não tiver o selo de aprovação dos órgãos responsável. Por causa disso, deixamos claro que produtos falsificados ou ilegais são sim um risco à saúde. Desta maneira, o FDA recomenda as seguintes dicas gerais de segurança para os consumidores:

1. Nunca mire um laser diretamente em alguém, incluindo animais. A energia luminosa de um laser apontado para os olhos pode ser perigosa, talvez até mais do que olhar diretamente para o sol.
2. Não aponte um laser para qualquer veículo, aeronave ou superfície brilhante. Lembre-se de que o efeito surpreendente de um feixe de luz brilhante pode causar acidentes graves quando direcionado a um motorista de carro, por exemplo, ou afetar negativamente alguém que pratica outra atividade (como praticar esportes).
3. Procure um rótulo CEI Classe I com o selo dos órgãos nacionais nos lasers de brinquedos infantis. O rótulo diz “Produto a laser de classe 1”, que comunica claramente que o produto é de baixo risco e não está em uma classe de laser com nível de emissão mais alto.
4. Não compre ponteiros laser para crianças, nem permita que as crianças os usem. Estes produtos não são brinquedos.
5. Não compre ou use qualquer laser que emita mais de 5mW de potência ou que não tenha a energia impressa na etiqueta.
6. Consulte imediatamente um profissional de saúde se você ou uma criança suspeitar ou sofrer alguma lesão ocular.


Qualquer incidente, entre em contato com a gente e marque uma consulta. Nossos oftalmologistas estarão dispostos a te ajudar no que for possível e solucionar suas dúvidas.

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Fonte:
U.S. Food and Drug Administration, FDA, “Laser Toys: How to Keep Kids Safe”. Disponível em:
https://www.fda.gov/consumers/consumer-updates/laser-toys-how-keep-kids-safe

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O que nós podemos fazer pelos seus olhos?

O Instituto de Olhos Santa Genoveva, ISOG, é referência em tratamento oftalmológico no Triângulo Mineiro, e, desde 1978, é um centro ocular altamente qualificado e pronto para cuidar da saúde dos olhos de Uberlândia e região. Contamos com uma equipe clínica de excelentes oftalmologistas especializados no tratamento de diversas doenças oculares, cujo principal objetivo, além de cuidar da sua saúde, é transmitir confiabilidade e segurança, proporcionando melhor atendimento, conforto e sua total satisfação.

Além dos profissionais especializados, o IOSG também conta com instalações preparadas para a realização de exames específicos e procedimentos cirúrgicos, o que facilita ainda mais a progressão do tratamento. Com tudo isso, você pode ficar despreocupado com a saúde dos seus olhos e da sua família, confira a seguir as nossas especialidades:

CATARATA

A catarata é a opacidade de uma lente natural que temos dentro do olho, chamada de cristalino. Apesar de, em casos raros, ser possível já nascer com catarata (congênita), geralmente é causada pelo próprio envelhecimento, principalmente após os 60 anos de idade. Outras causas de catarata são: uso de algumas medicações (principalmente a base de corticoides), trauma no olho, diabetes, inflamações e infecções. O único tratamento para a catarata é a cirurgia.

Aqui no IOSG temos uma estrutura completa que proporciona aos nossos pacientes conforto, atendimento de qualidade e segurança desde procedimentos simples, até de alta complexidade. Nossa equipe conta com oftalmologistas especializados em catarata, com grande experiência, atualizados e preparados sobre as mais recentes e modernas técnicas no âmbito da cirurgia de catarata. Tudo isso, associado ao constante investimento em tecnologia, sempre em busca dos melhores resultados. A cirurgia é muito segura, com pequena incidência de complicações.

CERATOCONE

Ceratocone é uma doença não inflamatória que leva a distorção da córnea, uma estrutura transparente, que deveria ser quase esférica e regular, e é localizada na parte da frente do globo ocular pela qual os raios luminosos penetram e são captados pela retina. Com esta alteração, qualidade da imagem que chega à retina é reduzida, e pode levar a uma perda considerável da visão.

Essa irregularidade, na maioria dos casos, causa baixa visual não recuperável com óculos, isto é, mesmo com um bom exame de refração a acuidade visual não é boa. As lentes de contato (LC) rígidas ou gelatinosas especiais costumam propiciar boa visão, pois simulam uma nova superfície corneana regular. A evolução da doença pode levar o paciente a ser intolerante às LC e necessitar de um procedimento cirúrgico como anel intracorneano (Anel de Ferrara). O transplante de córnea é realizado somente em 10% dos casos, quando a progressão provoca cicatrizes corneanas ou quando a visão não é satisfatória com os tratamentos anteriores. O IOSG, além de ter oftalmologistas experientes na detecção e controle do ceratocone, possui os melhores equipamentos para a sua avaliação e diagnóstico.

CÓRNEA

Podemos chamar a córnea como a “janela” do olho, já que ela se localiza na região mais externa do olho. Muitas situações podem ocasionar perda da função normal desta estrutura, ocasionando diminuição da transparência ou regularidade e, consequentemente, levar a baixa visão. Questões genéticas, ambientais, alérgicas, infecciosas ou mesmo disfunção na qualidade e quantidade da lágrima, são causas das principais doenças que acometem a córnea. Dentre estas, podemos citar o Ceratocone, a Síndrome do Olho Seco, as ceratites infecciosas (vírus, bactérias e outros parasitas), as distrofias corneanas (doenças genéticas), o trauma ocular, todas podendo ocasionar graves sequelas se não tratadas a tempo.

Atualmente, por conta da notável evolução dos tratamentos e novos medicamentos, todos estes problemas podem ser manejados com sucesso, exceto em raras exceções. Como exemplo, podemos citar o Transplante de Córnea, que tem atingido um nível de refinamento na técnica surpreendente nas últimas décadas. Os médicos especialistas do IOSG realizam todas as variantes reconhecidas nacional e internacionalmente, desde o tradicional transplante penetrante até as técnicas lamelares mais avançadas, substituindo apenas a camada doente da córnea por um tecido doador saudável.

CIRURGIA A LASER

A Cirurgia Refrativa a laser é o procedimento cirúrgico para correção dos erros refracionais (miopia, hipermetropia, astigmatismo e presbiopia), realizada através de um equipamento chamado Excimer Laser. A avaliação do médico oftalmologista especialista em Cirurgia Refrativa e os exames de última geração permitem elevado grau de precisão e segurança desse procedimento cirúrgico.

Para a análise dos candidatos à cirurgia, é necessário um exame oftalmológico completo: refração adequada, topografia, estudo de mapas paquimétricos e tomográficos da córnea, avaliação do cristalino, estado da retina, pressão intraocular, entre outros. E você pode contar com os médicos da IOSG para um atendimento eficaz e personalizado. Além disso, priorizamos o investimento em tecnologia em procedimentos e exames clínicos.

ESTRABISMO

O estrabismo é considerado um defeito de posicionamento dos olhos, ou seja, quando o olhar está numa direção num olho e em outra no outro olho. A falta de alinhamento entre os olhos pode ser notada constantemente ou apenas em alguns momentos. Enquanto um olho fixa em frente, o outro desvia para dentro ou para fora, para cima ou para baixo. É mais comum em crianças, mas pode ocorrer em adultos.

É importante destacar que o estrabismo não desaparece com o crescimento, mas pseudoestrabismo (falso estrabismo), sim. Portanto, quanto mais precoces forem o exame e o tratamento, melhor será o resultado.

Não são todos os casos que necessitam de cirurgia, em alguns casos o tratamento pode ser feito por uso de óculos e exercícios. No entanto, se for indicada cirurgia, quanto mais cedo for feita, melhor a chance de a criança desenvolver visão normal. Por isso, deve-se sempre se consultar com um oftalmologista regularmente, para a avaliação e diagnóstico precoce de doenças oculares como o estrabismo.

GLAUCOMA

O glaucoma é denominado como um grupo de doenças que danificam o nervo óptico e podem resultar em perda de visão e cegueira. Mas isso pode ser evitado com a detecção e tratamento precoces, e o IOSG tem uma equipe médica especializada disponível para te atender e oferecer o melhor tratamento e prevenção contra este mal.

O tipo de glaucoma mais comum é o crônico, também chamado de ângulo aberto. Nesse tipo, o líquido que nutre as células do globo ocular e passa por uma malha que fica no ângulo aberto entre a córnea e a íris, acaba fazendo o percurso mais lentamente. Daí se acumula na região e aumenta a pressão intraocular, danificando o nervo óptico. Se não houver tratamento, a perda da visão é gradual e indolor, e pode evoluir para a perda de visão lateral, como se a pessoa estivesse vendo por um buraco de fechadura, e, mais gravemente, para a cegueira.

PLÁSTICA OCULAR

Plástica nos olhos? Esta é uma subespecialidade na oftalmologia que estuda e trata afecções nas pálpebras, cílios e supercílios, bem como vias lacrimais e órbita. São estruturas que dão sustentação e proteção ocular, portanto, quando sofrem alterações, podem interferir diretamente na saúde ocular e qualidade de vida do paciente. Daí a importância de serem conduzidas por profissional que compreenda detalhadamente a anatomia e funcionamento dos seus olhos.

No IOSG você encontra profissionais especializados neste tipo de intervenção ocular, que atua desde o excesso de pele sobre os olhos, bolsas de gordura, rugas na região frontal da face, até a correção do mau posicionamento palpebral (ectrópio, entrópio, ptose), dos cílios e supercílios, desobstrução de vias lacrimais e tratamento clínico ou cirúrgico de tumores orbitopalpebrais. A plástica ocular reestabelece o contorno da pálpebra, melhora da expressão do olhar e da aparência, além de reparar alterações de cunho genético, causadas por traumas ou inflamações ou pelo próprio envelhecimento.

RETINA

A retina é uma fina camada de células que reveste a parte mais interna do olho. Ela é responsável por transformar o estímulo luminoso num estímulo neurológico que é transmitido ao nervo óptico. Por sua vez, o nervo óptico leva estas informações para o cérebro que, após seu o processamento, se transforma no que chamamos de visão. A retina ainda não pode ser transplantada ou “trocada”, por isso qualquer dano que ocorra com ela, pode ser irreversível. As doenças oculares que envolvem a retina mais comuns são a Degeneração Macular Relacionada à Idade, Descolamento de Retina, Membrana epirretiniana, Retinopatia diabética, Oclusões Venosas Retinianas, Retinoblastoma, Doenças inflamatórias, como as Uveítes, Buraco Macular, Distrofias Retinianas e outras.

Essas doenças da retina podem ser graves e, se não tratadas a tempo, podem levar a uma cegueira irrecuperável. Por isso, no IOSG você encontra oftalmologistas especializados em retina, os retinólogos, profissionais com ampla experiência que te proporcionarão um atendimento personalizado e tratamento de ponta.

OUTRAS DOENÇAS

Além dessas, doenças oculares como Ambliopia, Calázio, Doenças da Esclera, Presbiopia e Pterígio ainda são muito comuns e, como já foi dito anteriormente, aqui você encontra profissionais de altíssima qualidade e experiência para te atender da melhor maneira possível.


Quer saber mais? Entre em contato com a gente e marque uma consulta! Nossos oftalmologistas estarão dispostos a te ajudar no que for possível e solucionar suas dúvidas. Além disso, você pode saber mais sobre as doenças oculares aqui.


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